domingo, 5 de outubro de 2014

A Imposição da República - comemoração do acto terrorista de 5 de Outubro.

Hoje é o dia “5 de Outubro”.

Há quem dê grande significado a este dia e, por esse motivo, faça festa. Estão, logicamente, no seu direito.

O “5 de Outubro” é o “11 de Setembro” em versão Lusa, dos idos anos do início do século passado.
Estamos a falar da comemoração de um ataque terrorista contra o governo e a coroa do meu país.
Estas coisas, para mim, não são dignas de apreço nem de comemorações.
A julgar pelo que se vê, também os políticos e o povo em geral já vêem nisto uma estupidez. Uns dispensam o feriado, outros não aparecem para as raras e desusadas cerimónias.

A “Imposição da República”, imposta pela força, num acto terrorista que custou caro à sociedade e ao país, não deixa de ser um crime histórico que agrada a alguns, mas que a maioria nem conhece.

Ao contrário do que “os republicanos” tentam impingir, a Imposição da República custo muitas vidas, perseguições do tipo nazi (os grandes ideólogos da 1ª república foram proto-nazis), fome e desgraça generalizada, além de uma hecatombe económica que só Salazar conseguiu reverter.

Porém, porque a minha Pátria é culturalmente rica, ainda subsistem muitos herdeiros da tempera heróica e sublime que espalhou a Europa e a civilização pelo mundo - são os continuadores da "raça" Lusa. 

Hoje, oculto entre os escombros da Pátria Lusa, há sem uma luz que brilha num recanto de paz, de bom-senso, de liberdade, de patriotismo e de saúde sociocultural. Aí comemora-se uma data importantíssima para o país – 5 de Outubro de 1148, o Tratado de Zamora.

Viva Portugal!
Viva a Casa Real Portuguesa!
Viva Sua Alteza Real, D. Duarte Pio e toda a Casa Real Portuguesa!


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Cadê os outros?!....


Este mundo está maluco...

Ricardo Salgado, por razões relacionadas com o BES, foi detido, interrogado e obrigado a uma caução choruda.  Mas, Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, mentiu deliberadamente ao portugueses, afirmando que não existia nenhum problema grave com o BES - "é um banco seguro",  garantia ele, mesmo sabendo que existiam problemas. 
Ora, Carlos Costa não só não é detido por encobrir e burlar os accionistas e investidores do BES que acreditaram nele, como ainda passa a ser o carrasco desse Banco e todo o grupo financeiro dos Espírito Santo . 

Curiosamente, este último  não é detido nem incomodado pela justiça.  Ficam-me dúvidas se isto não terá sido cozinhado por algum interessado, com o BP e o sr, Carlos Costa. 

Não foi detido, continua a viver à nossa custa com a maior cara-de-pau e, pior ainda, vai continuar a sua actividade, sem se saber se não vai continuar a fazer o mesmo.  

Não tenho dinheiro para investir, pois o nazismo, perdão, a UE já me roubou tudo. Mas, se tivesse, nunca investira um centavo num banco português.  

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terça-feira, 22 de julho de 2014

Nem acredito!...


Nunca fui apreciador de futebol e sempre achei a profissão de “jogador” como uma ofensa às profissões sérias. 
Jogar é brincar. Uma profissão de “brincador”, se não for tomada por anedota, é uma estupidez. Acresce que, pelo menos no caso da mafia do futebol, é uma área que nada tem de desportivo – desporto não é, de certeza.

Talvez por isso, se mais não for, a grande maioria dos “jogadores” são uma cáfila de ignaros – são gente com uma formação social e cultural medíocre. 

Mas, contaram-me que um desses brincadores de profissão, um tal Cristiano Ronaldo, quando foi com uns fulanos jogar à bola com outros tantos que fazem a mesma coisa mas são de Israel, tivera uma saída excepcional, um rasgo de rara inteligência.

Segundo o narrador que me contou a história, estes rapazes que gostam de jogar à bola têm uma tara pouco higiénica, mas muito conhecida – quando acabam de jogar trocam de camisola com os rapazes que se divertiram com eles.

Ora, o tal Cristiano ter-se-á negado a trocar a camisola com o judeu, dizendo algo do género:

“Não troco a camisola com assassinos!”

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Contra o ateísmo... higiene.

Hoje cumprimentei um ateu. Já lavei a  as mãos umas dez vezes, mas ainda não me atrevo a usar o PC sem luvas de protecção...
O ateísmo é uma coisa muito porca!!!!!!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CORPUS CHRISTI - a festa roubada ao povo pela canalha governante


Avé Portugal!... Eu regressei.



Regressei, precisamente, num dia festivo que foi roubado ao povo pela trupe mandante, direi melhor, pela canalha apanascada e apedeuta que deixam estar à frente do governo do meu país. 

Assisti à tradicional festividade do Corpo de Deus, em Roma. O Papa Francisco I celebra missa festiva na Basílica de S. João de Latrão (a "sé" do bispo de Roma, ou seja, onde o Papa é Bispo), depois segue-se uma extensa procissão que percorre o trajecto desde esta Basílica à de Sta. Maria Maior. Aqui vemos o “carro andor” descendo a Via Merulana e as torres de Igreja de Sta Maria Maior. 

Uma grande multidão assistiu a esta festa antiquíssima. 

Sabe-se agora que a festa do Corpo de Deus remonta a 1193, embora tenha sido instituída oficialmente, apenas, em 1264, pela  Bula Transiturus de hoc mundo, do Papa Urbano IV. Em Portugal, celebra-se desde o reinado de D. Dinis – 1282. Infelizmente, a canalha que está a governar (digo, desgraçar) o país, aboliu o dia festivo, com a conivência da Igreja Católica.

Vem isto a propósito de uma constatação simples. O meu país anda anestesiado. Não é necessário ser feriado para que se celebrem estas festividades. O que acontece, infelizmente, é que o país está a estupidificar-se, cada vez abunda mais ignorância, mais estupidez, mais vadiagem, mais parasitas a devorar a carcaça semipútrida de um país cadavérico. Até na Igreja começa a surgir gente desta: vendilhões do templo, com pouca cultura, preguiçosos, de seriedade duvidosa e educação medíocre.

Já nem falo nos patogénicos e perigosos ateus. Não se deve falar de coisas tão porcas quando se fala de uma festa.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Imbecil e facio-nazi Henrique Raposo do Expresso, num Estado de Direito.


O Henrique Raposo, que é, apenas, mais um imbecil ignorante engravatado a vomitar estupidez, tem um espaço no Expresso para dizer alarvidades, do mais parvo e ridículo que existe.

É claro que o Raposo tem o direito de ser estúpido e ignorante. Defendo a liberdade de um imbecil, ignorante e tacanho, como ele, a debitar a sua burrice.

O que eu acho incrível é a atitude do Expresso - dar um espaço a uma pessoa com estes problemas mentais, sem a indicação de se trata de uma rábula de algum desmiolado.

Refiro-me, no imediato, à sua imbecil dissertação sob o título: “Funcionários públicos: entre a cegueira do TC e a cobardia de Passos”

Defende o “escroque abichanado”, duma forma facio-nazi, que o Tribunal Constitucional (TC) deve “julgar” em função da conjuntura político-económica, e não com o mais severo rigor jurídico, de acordo com a severidade do texto Constitucional.

Pede, a besta, que se use a moral, ou melhor, aquilo que ele julga ser “moral”, e não a Lei. O mesmo fizeram Hitler, Satlin, Mao e muitos outros. Todos estes cilindraram a Lei e impuseram o que eles pretendiam ser a “moral” – a sua “moral”.

O que está em causa não são as regalias (ou falta delas) dos funcionários públicos. O que está em apreço é se o Governo pode violar a Constituição, se a vontade de um órgão do Estado (que nem sequer é um órgão eleito democraticamente) se pode sobrepor à Lei Constitucional.

Entende o Raposo, de forma imbecil, que sim… que pode e deve… desde que seja em nome daquilo que ele entende por “moral”. Aliás, para ele, o Primeiro-ministro deve justificar tudo com a “moral”. Não é com a justiça, com a Lei, com a equidade… é com a “moral”!

Creio que ele nem sabe o que é a “moral”.

Eu, que pertenço aquela geração que viveu “o antes” e “o depois” de Abril, ficava muito mais descansado se soubesse que este tipo de imbecis não saía da cerca do Circo, e as suas actuações não tinha outra tribuna que o “platô circense”.

Todos os Órgãos do Estado têm obrigação de dar o exemplo. E, além de lhes competir serem um bom exemplo como entidade patronal, acresce que o Sr. Primeiro-ministro (e todos os ministros) jurou, por sua honra, cumprir e fazer cumprir a Constituição.

Por isso mesmo, não sinto respeito algum por um imbecil defensor das tácticas nazis, a quem costumo apelidar de badamerdas, ao exigir que se passe por cima do TC, e muito menos a querer que o Estado siga vontades e projectos pessoais dos governantes, em vez do exemplar respeito pela Constituição.