E o Circo continua!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
sábado, 6 de abril de 2019
sexta-feira, 30 de dezembro de 2016
Boas Festas a todos os crentes...
Que Jesus nasça no coração de todas as pessoas de bem e lhe conceda infindas alegrias, incontável felicidade e a realização plena de todos os projectos, durante o Novo Ano de 2017.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
Lembrando os valorosos feitos de 1926...
Em 1926 o país estava num estado lastimável. Os
republicanos, na sua maioria tresloucados radicais e sem capacidade para
desempenhar cargos governativos, não tinham capacidade para resolver os
problemas do país.
Pelas 6:00 horas da madrugada do dia
28 de Maio de 1926, em Braga, sob o comando do valoroso general Manuel de
Oliveira Gomes da Costa, inicia-se a sublevação militar, organizando-se uma
coluna que marcha, país fora, até Lisboa, com aplausos e completo apoio do povo português.
A valorosa empresa de Gomes da Costa
e a completa adesão do povo aos acontecimentos de 28 de Maio, a cujo feito a
pátria tanto deve, está patente no desfile de 7 de Junho, na Avenida da Liberdade,
onde acode Lisboa toda que, com a sua ovação, em nome de todo o país, sagra, de
forma indelével, os heróis desta data.
Expurgado o radicalismo terrorista da
1ª república, estão criadas as condições para se começar a consolidar os
alicerces do país que ansiava por paz e progresso.
Tudo isto se deve àqueles que, nesta
data, mas em 1926, emprestaram o seu esforço à preservação da paz e do
progresso, nesta pátria multicentenária em que hoje vivemos.
Que falta faz hoje, a este país
desnorteado, gente com a têmpera, a bravura e as ideias do General Gomes da
Costa!
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
Invocando os Heróis de 1640 - numa das datas mais importantes da minha Pátria.
Comemora-se hoje um dos dias mais importantes de Portugal - o 374º aniversário da Restauração da Independência.
Sem a heróica vontade dos Conjurados, com o apoio de um dos mais valorosos portugueses de sempre - D. Antão de Almada -, Portugal hoje não existia. Invoco e agradeço, simbolicamente, aos "Famosos de Quarenta", por tão sublime e valoroso feito à Pátria e ao Povo Lusitano.
Considero que acabar com a solenidade deste dia é um ignominioso crime contra o Povo Português e contra a Pátria, pois sem este dia Portugal nem sequer existia.
Esta data é mil vezes mais importante do que o "25 de Abril", mas, insolente, está a ser vilipendiada por uma geração de políticos mal-educados, com muito pouca cultura, sem escrúpulos e que apenas têm enxovalhado a dignidade da Pátria.
Por isso, simbólica mas convictamente canto o Hino da Restauração.
Hino da Restauração
Portugueses, celebremos
O Dia da Redenção,
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.
A Fé dos Campos d´Ourique
Coragem deu, e valor,
Aos Famosos de Quarenta
Que lutaram com ardor.
P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.
Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal
Vá avante Mocidade de Portugal!
Vá avante Mocidade de Portugal!
(Composto por Eugénio Ricardo Monteiro d'Almeida em 1861)
Para economias de escala - futebol passa a englobar, também, o putedo!
Sempre achei que o futebol era uma máfia, tal como a política e a droga - mundos com os quais me renego a interagir. Agora o futebol passou a englobar também o putedo. Está certo!... há que variar!
O exemplo chega-no de Itália e demonstra como as "flausinas-que-se-despem-em-todo-o-lado" já conquistaram o futebol.
Julgo que até poderá ser boa ideia. Senão vejamos: um dirigente desportivo, para pagar a arbitragem favorável (há energúmenos que chamam a isso corrupção!), tinha que mandar umas flausinas destas para um hotel - ficava mais caro e dava imenso nas vistas.
Até agora chamavam-lhe "fruta", pois tais áreas de preparação física não estavam englobadas pelo futebol. Agora já não é necessário. Além disso, com fruta desta podem ser os próprios jogadores da equipa que vence, como paga, a fazer o serviço - mais barato, não envolve hotel, mirones e afins - tudo economias de escala... já que fica tudo em família.
Até agora chamavam-lhe "fruta", pois tais áreas de preparação física não estavam englobadas pelo futebol. Agora já não é necessário. Além disso, com fruta desta podem ser os próprios jogadores da equipa que vence, como paga, a fazer o serviço - mais barato, não envolve hotel, mirones e afins - tudo economias de escala... já que fica tudo em família.
Qualquer dia, penso eu de que, a profissão de "acompanhante de luxo" perderá importância para a de "árbitra de futebol" (não me digam que não é "árbitra" que se diz... então... e "presidenta"!?).
sábado, 29 de novembro de 2014
Sócrates: de poderoso arrogante a enxovalhado de forma cobarde e vil.
Não gosto de injustiças, abusos, hipocrisia e aproveitamento difamante de factos supostos ou desconhecidos.
Neste momento, tenho por Sócrates um sentimento misto – não sei
se é justo ou não, mas desaprovo o que lhe está a acontecer.
Cada vez que regresso a este cantinho Luso, tenho pela
frente um história rocambolesca.
Nunca gostei de governação de José Sócrates. Considero que
todas as suas políticas eram propositadamente arrogantes e ofensivas: desde os
pérfidos ataques aos direitos adquiridos até ao casamento da paneleirada, tenho
muito a criticar-lhe.
Sócrates destruiu, definitiva e irreparavelmente, a minha crença
num futuro em que o país seria mais justo, mais fraterno, mais desenvolvido,
onde as pessoas teriam mais qualidade de vida e onde o amanhã seria melhor do
que o ontem.
Definitivamente, tudo isso acabou. A minha geração será
sacrificada, os filhos desta geração viverão pior do que nós, e os netos
viverão muito pior ainda do que os filhos desta geração. Ou seja, entramos na espiral
regressiva da civilização, embora a sociedade consumista possa triunfar e o
turbo-capitalismo selvagem, onde o Homem é uma peça numerada e sem valor, tenha
oportunidade de, matematicamente, controlar as contas do país.
Por tudo isto, não tenho grande afeição por José Sócrates –
o político.
Mas, os últimos acontecimentos deixam-me com uma visão
diferente sobre o cidadão José Sócrates Pinto de Sousa.
Sinto-me indignado com a forma como o arrastaram pela lama,
como foi linchado na sua imagem e na sua dignidade o cidadão José Sócrates.
Na eventualidade dele ter cometido crimes*, terão sido de
ordem económica/financeira. Não o acusam de crimes contra as pessoas. Mas, os “media”
transformaram a sua história numa espécie de novela, onde se lida com o
criminoso mais biltre, mais procurado e mais perigoso do país.
É curioso que os “media” atacaram Sócrates com base num
crime que tem ficado sempre impune – a violação do segredo de justiça. Nem por
isso se insurgem contra esse crime, colocando na mesa os “bufos” das altas esferas do
sistema judicial português.
É uma imbecilidade, uma verdadeira aberração e a negação da
dignidade que deveria pautar a atitude dos “media”, ver, por exemplo, um
plantão de jornalistas à porta do estabelecimento prisional, a fazer
comentários como: “Sócrates almoçou massa!”
Para este tipo de jornalismo, acho que seria mais apropriado
um relato do tipo: “Sócrates usou papel higiénico soft de 4 folhas”.
Estou plenamente convencido que Sócrates está pagar o preço
de ter mexido com a “classe” dos magistrados. Devia ter sabido que quem mexe
com essa “classe”, mais tarde ou mais cedo, tem problemas.
Se Sócrates é suspeito de cometer algum crime, o lugar e o
papel dos “media” sérios e honestos será a sua divulgação, mas apenas quando
existir uma acusação formal e sustentada de tais crimes, fazendo sempre valer e
prevalecer a presunção de inocência.
Não admito que um imbecil jornalista, abusando do poder dos “media”, acuse, julgue e condene, seja Sócrates ou qualquer outra pessoa, antes do tribunal se pronunciar sobre a ilicitude que quaisquer actos. Pior ainda: é indigno e intolerável que estes ignominiosos comportamentos tenham como suporte um crime – a violação do segredo de justiça -, que continua descarada, impune e, quiçá, proveitosa para alguns.
Não admito que um imbecil jornalista, abusando do poder dos “media”, acuse, julgue e condene, seja Sócrates ou qualquer outra pessoa, antes do tribunal se pronunciar sobre a ilicitude que quaisquer actos. Pior ainda: é indigno e intolerável que estes ignominiosos comportamentos tenham como suporte um crime – a violação do segredo de justiça -, que continua descarada, impune e, quiçá, proveitosa para alguns.
Por tudo isto, mesmo não gostando nada de Sócrates, estou
com ele e ficaria muito satisfeito se se provasse que tudo isto não passa de um
cobarde linchamento público.
* - Crime é aquilo que a lei tipifica como tal, à data em
que ocorreram os factos, e não aquilo que cada um gostaria que fosse.
domingo, 5 de outubro de 2014
A Imposição da República - comemoração do acto terrorista de 5 de Outubro.
Hoje é o dia “5 de
Outubro”.
Há quem dê grande
significado a este dia e, por esse motivo, faça festa. Estão, logicamente, no
seu direito.
O “5 de Outubro” é
o “11 de Setembro” em versão Lusa, dos idos anos do início do século passado.
Estamos a falar da
comemoração de um ataque terrorista contra o governo e a coroa do meu país.
Estas coisas, para
mim, não são dignas de apreço nem de comemorações.
A julgar pelo que
se vê, também os políticos e o povo em geral já vêem nisto uma estupidez. Uns
dispensam o feriado, outros não aparecem para as raras e desusadas cerimónias.
A “Imposição da
República”, imposta pela força, num acto terrorista que custou caro à
sociedade e ao país, não deixa de ser um crime histórico que agrada a alguns,
mas que a maioria nem conhece.
Ao contrário do que
“os republicanos” tentam impingir, a Imposição da República custo muitas vidas,
perseguições do tipo nazi (os grandes ideólogos da 1ª república foram
proto-nazis), fome e desgraça generalizada, além de uma hecatombe económica que
só Salazar conseguiu reverter.
Hoje, oculto entre
os escombros da Pátria Lusa, há sem uma luz que brilha num recanto de paz, de
bom-senso, de liberdade, de patriotismo e de saúde sociocultural. Aí
comemora-se uma data importantíssima para o país – 5 de Outubro de 1148, o
Tratado de Zamora.
Viva Portugal!
Viva a Casa Real
Portuguesa!
Viva Sua Alteza
Real, D. Duarte Pio e toda a Casa Real Portuguesa!
terça-feira, 5 de agosto de 2014
Cadê os outros?!....
Este mundo está maluco...
Ricardo Salgado, por razões relacionadas com o BES, foi detido, interrogado e obrigado a uma caução choruda. Mas, Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, mentiu deliberadamente ao portugueses, afirmando que não existia nenhum problema grave com o BES - "é um banco seguro", garantia ele, mesmo sabendo que existiam problemas.
Ora, Carlos Costa não só não é detido por encobrir e burlar os accionistas e investidores do BES que acreditaram nele, como ainda passa a ser o carrasco desse Banco e todo o grupo financeiro dos Espírito Santo .
Curiosamente, este último não é detido nem incomodado pela justiça. Ficam-me dúvidas se isto não terá sido cozinhado por algum interessado, com o BP e o sr, Carlos Costa.
Não foi detido, continua a viver à nossa custa com a maior cara-de-pau e, pior ainda, vai continuar a sua actividade, sem se saber se não vai continuar a fazer o mesmo.
Não tenho dinheiro para investir, pois o nazismo, perdão, a UE já me roubou tudo. Mas, se tivesse, nunca investira um centavo num banco português.
.
quarta-feira, 30 de julho de 2014
terça-feira, 22 de julho de 2014
Nem acredito!...
Nunca fui apreciador de futebol e sempre achei a profissão
de “jogador” como uma ofensa às profissões sérias.
Jogar é brincar. Uma
profissão de “brincador”, se não for tomada por anedota, é uma estupidez.
Acresce que, pelo menos no caso da mafia do futebol, é uma área que nada tem de
desportivo – desporto não é, de certeza.
Talvez por isso, se mais não for, a grande maioria dos
“jogadores” são uma cáfila de ignaros – são gente com uma formação social e
cultural medíocre.
Mas, contaram-me que um desses brincadores de profissão, um
tal Cristiano Ronaldo, quando foi com uns fulanos jogar à bola com outros
tantos que fazem a mesma coisa mas são de Israel, tivera uma saída excepcional, um rasgo de
rara inteligência.
Segundo o narrador que me contou a história, estes rapazes
que gostam de jogar à bola têm uma tara pouco higiénica, mas muito conhecida –
quando acabam de jogar trocam de camisola com os rapazes que se divertiram com
eles.
Ora, o tal Cristiano ter-se-á negado a trocar a camisola com
o judeu, dizendo algo do género:
“Não troco a camisola com assassinos!”
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Contra o ateísmo... higiene.
Hoje cumprimentei um ateu. Já lavei a as mãos umas dez vezes, mas ainda não me atrevo a usar o PC sem luvas de protecção...
O ateísmo é uma coisa muito porca!!!!!!
O ateísmo é uma coisa muito porca!!!!!!
sexta-feira, 20 de junho de 2014
CORPUS CHRISTI - a festa roubada ao povo pela canalha governante
Avé Portugal!... Eu regressei.
Regressei, precisamente, num dia festivo que foi roubado ao povo pela trupe mandante, direi melhor, pela canalha apanascada e apedeuta que deixam estar à frente do governo do meu país.
Assisti à tradicional festividade do Corpo de Deus, em Roma. O Papa Francisco I celebra missa festiva na Basílica de S. João de Latrão (a "sé" do bispo de Roma, ou seja, onde o Papa é Bispo), depois segue-se uma extensa procissão que percorre o trajecto desde esta Basílica à de Sta. Maria Maior. Aqui vemos o “carro andor” descendo a Via Merulana e as torres de Igreja de Sta Maria Maior.
Uma grande multidão assistiu a esta festa antiquíssima.
Sabe-se agora que a festa do Corpo de Deus remonta a 1193, embora tenha sido instituída oficialmente, apenas, em 1264, pela Bula Transiturus de hoc mundo, do Papa Urbano IV. Em Portugal, celebra-se desde o reinado de D. Dinis – 1282. Infelizmente, a canalha que está a governar (digo, desgraçar) o país, aboliu o dia festivo, com a conivência da Igreja Católica.
Sabe-se agora que a festa do Corpo de Deus remonta a 1193, embora tenha sido instituída oficialmente, apenas, em 1264, pela Bula Transiturus de hoc mundo, do Papa Urbano IV. Em Portugal, celebra-se desde o reinado de D. Dinis – 1282. Infelizmente, a canalha que está a governar (digo, desgraçar) o país, aboliu o dia festivo, com a conivência da Igreja Católica.
Vem isto a propósito de uma constatação simples. O meu país anda anestesiado. Não é necessário ser feriado para que se celebrem estas festividades. O que acontece, infelizmente, é que o país está a estupidificar-se, cada vez abunda mais ignorância, mais estupidez, mais vadiagem, mais parasitas a devorar a carcaça semipútrida de um país cadavérico. Até na Igreja começa a surgir gente desta: vendilhões do templo, com pouca cultura, preguiçosos, de seriedade duvidosa e educação medíocre.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
O Imbecil e facio-nazi Henrique Raposo do Expresso, num Estado de Direito.
O Henrique Raposo, que é, apenas, mais um imbecil ignorante engravatado a vomitar estupidez, tem um espaço no Expresso para dizer alarvidades, do mais parvo e ridículo que existe.
É claro que o Raposo tem o direito de ser estúpido e ignorante. Defendo a liberdade de um imbecil, ignorante e tacanho, como ele, a debitar a sua burrice.
O que eu acho incrível é a atitude do Expresso - dar um espaço a uma pessoa com estes problemas mentais, sem a indicação de se trata de uma rábula de algum desmiolado.
Refiro-me, no imediato, à sua imbecil dissertação sob o título: “Funcionários públicos: entre a cegueira do TC e a cobardia de Passos”
Defende o “escroque abichanado”, duma forma facio-nazi, que o Tribunal Constitucional (TC) deve “julgar” em função da conjuntura político-económica, e não com o mais severo rigor jurídico, de acordo com a severidade do texto Constitucional.
Pede, a besta, que se use a moral, ou melhor, aquilo que ele julga ser “moral”, e não a Lei. O mesmo fizeram Hitler, Satlin, Mao e muitos outros. Todos estes cilindraram a Lei e impuseram o que eles pretendiam ser a “moral” – a sua “moral”.
O que está em causa não são as regalias (ou falta delas) dos funcionários públicos. O que está em apreço é se o Governo pode violar a Constituição, se a vontade de um órgão do Estado (que nem sequer é um órgão eleito democraticamente) se pode sobrepor à Lei Constitucional.
Entende o Raposo, de forma imbecil, que sim… que pode e deve… desde que seja em nome daquilo que ele entende por “moral”. Aliás, para ele, o Primeiro-ministro deve justificar tudo com a “moral”. Não é com a justiça, com a Lei, com a equidade… é com a “moral”!
Creio que ele nem sabe o que é a “moral”.
Eu, que pertenço aquela geração que viveu “o antes” e “o depois” de Abril, ficava muito mais descansado se soubesse que este tipo de imbecis não saía da cerca do Circo, e as suas actuações não tinha outra tribuna que o “platô circense”.
Todos os Órgãos do Estado têm obrigação de dar o exemplo. E, além de lhes competir serem um bom exemplo como entidade patronal, acresce que o Sr. Primeiro-ministro (e todos os ministros) jurou, por sua honra, cumprir e fazer cumprir a Constituição.
Por isso mesmo, não sinto respeito algum por um imbecil defensor das tácticas nazis, a quem costumo apelidar de badamerdas, ao exigir que se passe por cima do TC, e muito menos a querer que o Estado siga vontades e projectos pessoais dos governantes, em vez do exemplar respeito pela Constituição.
O que eu acho incrível é a atitude do Expresso - dar um espaço a uma pessoa com estes problemas mentais, sem a indicação de se trata de uma rábula de algum desmiolado.
Refiro-me, no imediato, à sua imbecil dissertação sob o título: “Funcionários públicos: entre a cegueira do TC e a cobardia de Passos”
Defende o “escroque abichanado”, duma forma facio-nazi, que o Tribunal Constitucional (TC) deve “julgar” em função da conjuntura político-económica, e não com o mais severo rigor jurídico, de acordo com a severidade do texto Constitucional.
Pede, a besta, que se use a moral, ou melhor, aquilo que ele julga ser “moral”, e não a Lei. O mesmo fizeram Hitler, Satlin, Mao e muitos outros. Todos estes cilindraram a Lei e impuseram o que eles pretendiam ser a “moral” – a sua “moral”.
O que está em causa não são as regalias (ou falta delas) dos funcionários públicos. O que está em apreço é se o Governo pode violar a Constituição, se a vontade de um órgão do Estado (que nem sequer é um órgão eleito democraticamente) se pode sobrepor à Lei Constitucional.
Entende o Raposo, de forma imbecil, que sim… que pode e deve… desde que seja em nome daquilo que ele entende por “moral”. Aliás, para ele, o Primeiro-ministro deve justificar tudo com a “moral”. Não é com a justiça, com a Lei, com a equidade… é com a “moral”!
Creio que ele nem sabe o que é a “moral”.
Eu, que pertenço aquela geração que viveu “o antes” e “o depois” de Abril, ficava muito mais descansado se soubesse que este tipo de imbecis não saía da cerca do Circo, e as suas actuações não tinha outra tribuna que o “platô circense”.
Todos os Órgãos do Estado têm obrigação de dar o exemplo. E, além de lhes competir serem um bom exemplo como entidade patronal, acresce que o Sr. Primeiro-ministro (e todos os ministros) jurou, por sua honra, cumprir e fazer cumprir a Constituição.
Por isso mesmo, não sinto respeito algum por um imbecil defensor das tácticas nazis, a quem costumo apelidar de badamerdas, ao exigir que se passe por cima do TC, e muito menos a querer que o Estado siga vontades e projectos pessoais dos governantes, em vez do exemplar respeito pela Constituição.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Vivo num país onde meia dúzia de bandalhos governam milhões de patetas...
Segundo a “troika” e com todo o aval do nosso governo, os portugueses têm que trabalhar mais, ganhar menos, perder regalias e direitos adquiridos, as leis devem aplicar-se retroactivamente, etc…
Só não entendo por que razão criticam tanto Salazar e Marcelo.
No tempo deles fomos progredindo no sentido da melhoria, embora de forma muito
lenta, hoje regredimos bruscamente… e ninguém se revolta.
Onde estão os revolucionários e os lutadores pelos direitos
do povo, pelo Estado de Direito, pela melhoria das condições de vida?
Reformaram-se ou passaram para o outro lado da cerca (o lado
daqueles a que chamavam ditadores)?
.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
Se rouba e é absolvido, que pague IRS!
O capataz do gang de ladrões que explodia multibancos, de alcunha “Lagameças”, foi absolvido em tribunal, soube-se hoje.
Ele efectivamente era membro activo do gang, a polícia sabe e tem todas as provas, o juiz sabe, o ministério público sabe… mas o bandalho foi libertado.
Porquê?
Porque o advogado não esteve presente nas diligências em que se obtiveram as provas. Imagino como este terrorista deve estar a rir-se de todos nós.
E tem a sua razão.
Nós pagamos impostos, mantemos estes e outros ladrões e ainda somos tratados como criminosos. A justiça sabe que este cometeu vários crimes, mas liberta-o e, se ele tiver jeito p´rá coisa, ainda o indemniza.
Percebo por que ninguém gosta do Salazar.
É que, no tempo de Salazar, ele não se safava.
Hoje, porém, com os dois milhões que roubou, pode comprar a absolvição e continuar no crime.
Já que não entendo como o não condenaram por terrorismo, roubo, uso ilegal de explosivos, etc., etc., etc., etc., peço aos governantes portugueses um favor:
Não se importam de, pelo menos, obrigar este bandido a pagar IRS dos dois milhões de euros que obteve na actividade por conta própria?
Ou será que só quem é honesto é de deve pagar impostos?
Ele efectivamente era membro activo do gang, a polícia sabe e tem todas as provas, o juiz sabe, o ministério público sabe… mas o bandalho foi libertado.
Porquê?
Porque o advogado não esteve presente nas diligências em que se obtiveram as provas. Imagino como este terrorista deve estar a rir-se de todos nós.
E tem a sua razão.
Nós pagamos impostos, mantemos estes e outros ladrões e ainda somos tratados como criminosos. A justiça sabe que este cometeu vários crimes, mas liberta-o e, se ele tiver jeito p´rá coisa, ainda o indemniza.
Percebo por que ninguém gosta do Salazar.
É que, no tempo de Salazar, ele não se safava.
Hoje, porém, com os dois milhões que roubou, pode comprar a absolvição e continuar no crime.
Já que não entendo como o não condenaram por terrorismo, roubo, uso ilegal de explosivos, etc., etc., etc., etc., peço aos governantes portugueses um favor:
Não se importam de, pelo menos, obrigar este bandido a pagar IRS dos dois milhões de euros que obteve na actividade por conta própria?
Ou será que só quem é honesto é de deve pagar impostos?
domingo, 18 de agosto de 2013
REGRESSO - DA SAUDADE À TRISTEZA.
Regressei à Terra Lusa, a este terreiro do circo.


Só sabe o verdadeiro sentido e o valor da Pátria quem dela se ausenta, sobretudo se for para local onde nada lhe faz lembrar o seu país.
No regresso, a alegria da chegada é apagada pelo desgosto de ver a Pátria mergulhada na mais infeliz e irrecuperável tristeza.
Isto não é um país. Aqui encontro os escombros daquilo que foi a gloriosa Pátria Portuguesa.
Pois claro que sou um nacionalista. Orgulho-me de o ser. E, não me venham com a história da “cidadania europeia”, pois isso é uma forma pomposa de desculpar a vil e horrenda escravidão socio-económica que grassa no “velho continente”.
Custa-me aceitar a imbecilidade dos povos europeus.
Não entendo como é possível que, sabendo-se que toda esta devastação social, económica e cultural é fruto da construção da União Europeia, ainda existam pessoas a defender esta estupidez chamada União Europeia.
Curiosamente, de forma absurda, vejo os europeus criticarem os países islâmicos, quando é a “Europa” que demonstra este retrocesso, quando são os europeus que estão a ser reduzidos a escravos, quando assisto ao desmoronar de toda a construção da liberdade, da democracia e do progresso, quando vejo os europeus perderem o que conseguiram conquistar com muita luta, por vezes com o sacrifício de muitas vidas. Atrasado e imbecilizado está o povo europeu.
Com a União Europeia, o povo grego perdeu em cinco anos aquilo que constou em muitos séculos.
O povo português perdeu, em três anos, tudo o que consegui conquistar num século de lutas.
Toda a gente sabe que o futuro será cada vez mais desastroso, que as gerações futuras terão uma vida muito pior do que hoje temos, e que serão necessários mais de duzentos anos para recuperar os direitos que hoje lhes foram roubados.
Mas o povo europeu cala-se.
Fatalista, cobarde como nunca foi, ignorante como nunca imaginei, manipulado como eu nunca fui capaz de conceber em pesadelos, maniatado mas a imaginar-se livre, tornado escravo mas a imaginar-se senhor, conformado como se estivesse a viver algo que é irremediavelmente necessário, eu já não reconheço este povo, nem me revejo na sua atitude.
O povo europeu estagnou, parou no tempo, ficou imbecilizado e adormecido.
É necessário reagir, resistir e exigir que toda e qualquer mudança terá que ser, obrigatoriamente, para melhor e não para regredir séculos.
É isto que me fere a alma… sobretudo a minha “alma Lusa”, neste momento de regresso à
Pátria.
terça-feira, 25 de dezembro de 2012
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
A Imposição da República
Os arruaceiros e assassinos que impuseram a república pela força, com acções terroristas de barbárie extrema e contra a vontade da esmagadora maioria dos portugueses, eram quase todos membros da Mafia do Avental (vulgo Maçonaria), da organização terrorista fundamentalista Carbonária (a Al-qaeda da época) e todos bons exemplos de ateístas, nos actos, mas palavras e no rancor que lhes caía da boca sob a forma de espuma nojenta.
Ateísta que se preze tem que ser bandido.
Eis um exemplo:
"Ainda na madrugada de 5 de Outubro foi assaltado o colégio dos jesuítas de Campolide, sendo presos o reitor, padre Alexandre de Faria Barros, outros professores religiosos e alguns empregados. [...] Mas como se não tornasse possível a sua guarda neste edifício [quartel de Artilharia I], vieram a ser transferios para Caxias, no meio dos maiores insultos da polpulação. [...] O Colégio do Barro, em Torres Vedras, e as residências de Vale do Rosal e de Setúbal viriam também a ser invadidos e vasculhadas, em actos que tiveram com frequência as marcas do desrespeito e do vandalismo.
De extrema gravidade foi o assassínio, ainda no dia 4 de Outubro, do padre Bernardino Barros Gomes, na casa dos lazaristas de Arroios. A multidão tratou-o com requintes de crueldade, antes de tirar a vida ao piedoso sacerdote, que era também um naturalista considerado. O padre francês Alfred Fargues, que vivia na Igreja de S. Luís, sofreu a tiro o mesmo suplício, causando as suas mortes a maior repulsa."
Serrão, Joaquim Veríssimo , História de Portugal [1910-1926], vol. XI, Editorial Verbo, 1995, pág. 52:
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
A reencarnação ocupa e intriga a ciência,
Assisti recentemente a uma palestra sobre reencarnação. Curiosamente
hoje, sem querer, fui parar a um site que trata sobre um caso recente na nossa vizinha Espanha.
O caso de Jette Toft.
Uma senhora dinamarquesa que afiram ter vivido em Espanha, em Aurol, em
meados do século XIX.
As investigações sobre o assunto não deixam pontas soltas –
a Sra. Jette Toft conhecia dados e dominava informação que não estaria ao seu
alcance.
Existem vários estudos científicos, coordenados por académicos
sérios e insuspeitos, sobre casos de reencarnação ocorridos um pouco por todo o
mundo.
Aliás, existem bons livros editados com estudo de alguns desses casos.
O que pensará a pandilha ateia destes casos?
Tenho de passar pela Tasca dos Ateus Suburbanos de Lisboa,
coisa que ainda não fiz após o meu regresso.
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