sábado, 6 de abril de 2019

Reiniciando....

E o Circo continua!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

Boas Festas a todos os crentes...

Que Jesus nasça no coração de todas as pessoas de bem e lhe conceda infindas alegrias, incontável felicidade e a realização plena de todos os projectos, durante o Novo Ano de 2017.


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Lembrando os valorosos feitos de 1926...


Em 1926 o país estava num estado lastimável. Os republicanos, na sua maioria tresloucados radicais e sem capacidade para desempenhar cargos governativos, não tinham capacidade para resolver os problemas do país.

Pelas 6:00 horas da madrugada do dia 28 de Maio de 1926, em Braga, sob o comando do valoroso general Manuel de Oliveira Gomes da Costa, inicia-se a sublevação militar, organizando-se uma coluna que marcha, país fora, até Lisboa, com aplausos e completo apoio do povo português.

A valorosa empresa de Gomes da Costa e a completa adesão do povo aos acontecimentos de 28 de Maio, a cujo feito a pátria tanto deve, está patente no desfile de 7 de Junho, na Avenida da Liberdade, onde acode Lisboa toda que, com a sua ovação, em nome de todo o país, sagra, de forma indelével, os heróis desta data.

Expurgado o radicalismo terrorista da 1ª república, estão criadas as condições para se começar a consolidar os alicerces do país que ansiava por paz e progresso.

Tudo isto se deve àqueles que, nesta data, mas em 1926, emprestaram o seu esforço à preservação da paz e do progresso, nesta pátria multicentenária em que hoje vivemos.


Que falta faz hoje, a este país desnorteado, gente com a têmpera, a bravura e as ideias do General Gomes da Costa! 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Boas Festas.


 Boas Festas e Feliz 2015  para todos os crentes do universo.



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segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Invocando os Heróis de 1640 - numa das datas mais importantes da minha Pátria.


Comemora-se hoje um dos dias mais importantes de Portugal - o 374º aniversário da  Restauração da Independência. 

Sem a heróica vontade dos Conjurados, com o apoio de um dos mais valorosos portugueses de sempre - D. Antão de Almada -, Portugal hoje não existia. 

Invoco e agradeço, simbolicamente, aos "Famosos de Quarenta", por tão sublime e valoroso feito à Pátria e ao Povo Lusitano.  

Considero que acabar com a solenidade deste dia é  um ignominioso crime contra o Povo Português e contra a Pátria, pois sem este dia Portugal nem sequer existia. 

Esta data é mil vezes mais importante do que o "25 de Abril", mas, insolente, está a ser vilipendiada por uma geração de políticos mal-educados, com muito pouca cultura, sem escrúpulos e que apenas têm enxovalhado a dignidade da Pátria.

Por isso, simbólica mas convictamente  canto o Hino da Restauração. 


Hino da Restauração


Portugueses, celebremos
O Dia da Redenção,
Em que valentes Guerreiros
Nos deram, livre, a Nação.

A Fé dos Campos d´Ourique
Coragem deu, e valor,
Aos Famosos de Quarenta
Que lutaram com ardor.

P’rá frente! P’rá frente!
Repetir saberemos
As proezas portuguesas.

Avante! Avante!
É a voz que soará triunfal
Vá avante Mocidade de Portugal!
Vá avante Mocidade de Portugal!


(Composto por Eugénio Ricardo Monteiro d'Almeida em 1861)



Para economias de escala - futebol passa a englobar, também, o putedo!


Sempre achei que o futebol era uma máfia, tal como a política e a droga - mundos com os quais me renego a interagir. Agora o futebol passou a englobar também o putedo. Está certo!... há que variar!


O exemplo chega-no de Itália e demonstra como as "flausinas-que-se-despem-em-todo-o-lado" já conquistaram o futebol.


Julgo que até poderá ser boa ideia. Senão vejamos: um dirigente desportivo, para pagar a arbitragem favorável (há energúmenos que chamam a isso corrupção!), tinha que mandar umas flausinas destas para um hotel - ficava mais caro e dava imenso nas vistas. 
Até agora chamavam-lhe "fruta", pois tais áreas de preparação física não estavam englobadas pelo futebol. Agora já não é necessário. Além disso, com fruta desta podem ser os próprios jogadores da equipa que vence, como paga, a fazer o serviço - mais barato, não envolve hotel, mirones e afins - tudo economias de escala... já que fica tudo em família.  

Qualquer dia, penso eu de que, a profissão de "acompanhante de luxo" perderá importância para a de "árbitra de futebol" (não me digam que não é "árbitra" que se diz... então... e "presidenta"!?).


sábado, 29 de novembro de 2014

Sócrates: de poderoso arrogante a enxovalhado de forma cobarde e vil.

Não gosto de injustiças, abusos, hipocrisia e aproveitamento difamante de factos supostos ou desconhecidos.

Neste momento, tenho por Sócrates um sentimento misto – não sei se é justo ou não, mas desaprovo o que lhe está a acontecer.

Cada vez que regresso a este cantinho Luso, tenho pela frente um história rocambolesca.

Nunca gostei de governação de José Sócrates. Considero que todas as suas políticas eram propositadamente arrogantes e ofensivas: desde os pérfidos ataques aos direitos adquiridos até ao casamento da paneleirada, tenho muito a criticar-lhe.

Sócrates destruiu, definitiva e irreparavelmente, a minha crença num futuro em que o país seria mais justo, mais fraterno, mais desenvolvido, onde as pessoas teriam mais qualidade de vida e onde o amanhã seria melhor do que o ontem.

Definitivamente, tudo isso acabou. A minha geração será sacrificada, os filhos desta geração viverão pior do que nós, e os netos viverão muito pior ainda do que os filhos desta geração. Ou seja, entramos na espiral regressiva da civilização, embora a sociedade consumista possa triunfar e o turbo-capitalismo selvagem, onde o Homem é uma peça numerada e sem valor, tenha oportunidade de, matematicamente, controlar as contas do país.

Por tudo isto, não tenho grande afeição por José Sócrates – o político.

Mas, os últimos acontecimentos deixam-me com uma visão diferente sobre o cidadão José Sócrates Pinto de Sousa.

Sinto-me indignado com a forma como o arrastaram pela lama, como foi linchado na sua imagem e na sua dignidade o cidadão José Sócrates.

Na eventualidade dele ter cometido crimes*, terão sido de ordem económica/financeira. Não o acusam de crimes contra as pessoas. Mas, os “media” transformaram a sua história numa espécie de novela, onde se lida com o criminoso mais biltre, mais procurado e mais perigoso do país.
É curioso que os “media” atacaram Sócrates com base num crime que tem ficado sempre impune – a violação do segredo de justiça. Nem por isso se insurgem contra esse crime, colocando na mesa os “bufos” das altas esferas do sistema judicial português.

É uma imbecilidade, uma verdadeira aberração e a negação da dignidade que deveria pautar a atitude dos “media”, ver, por exemplo, um plantão de jornalistas à porta do estabelecimento prisional, a fazer comentários como: “Sócrates almoçou massa!”
Para este tipo de jornalismo, acho que seria mais apropriado um relato do tipo: “Sócrates usou papel higiénico soft de 4 folhas”.

Estou plenamente convencido que Sócrates está pagar o preço de ter mexido com a “classe” dos magistrados. Devia ter sabido que quem mexe com essa “classe”, mais tarde ou mais cedo, tem problemas.

Se Sócrates é suspeito de cometer algum crime, o lugar e o papel dos “media” sérios e honestos será a sua divulgação, mas apenas quando existir uma acusação formal e sustentada de tais crimes, fazendo sempre valer e prevalecer a presunção de inocência. 
Não admito que um imbecil jornalista, abusando do poder dos “media”, acuse, julgue e condene, seja Sócrates ou qualquer outra pessoa, antes do tribunal se pronunciar sobre a ilicitude que quaisquer actos. Pior ainda: é indigno e intolerável que estes ignominiosos comportamentos tenham como suporte um crime – a violação do segredo de justiça -, que continua descarada, impune e, quiçá, proveitosa para alguns.

Por tudo isto, mesmo não gostando nada de Sócrates, estou com ele e ficaria muito satisfeito se se provasse que tudo isto não passa de um cobarde linchamento público.


* - Crime é aquilo que a lei tipifica como tal, à data em que ocorreram os factos, e não aquilo que cada um gostaria que fosse.

domingo, 5 de outubro de 2014

A Imposição da República - comemoração do acto terrorista de 5 de Outubro.

Hoje é o dia “5 de Outubro”.

Há quem dê grande significado a este dia e, por esse motivo, faça festa. Estão, logicamente, no seu direito.

O “5 de Outubro” é o “11 de Setembro” em versão Lusa, dos idos anos do início do século passado.
Estamos a falar da comemoração de um ataque terrorista contra o governo e a coroa do meu país.
Estas coisas, para mim, não são dignas de apreço nem de comemorações.
A julgar pelo que se vê, também os políticos e o povo em geral já vêem nisto uma estupidez. Uns dispensam o feriado, outros não aparecem para as raras e desusadas cerimónias.

A “Imposição da República”, imposta pela força, num acto terrorista que custou caro à sociedade e ao país, não deixa de ser um crime histórico que agrada a alguns, mas que a maioria nem conhece.

Ao contrário do que “os republicanos” tentam impingir, a Imposição da República custo muitas vidas, perseguições do tipo nazi (os grandes ideólogos da 1ª república foram proto-nazis), fome e desgraça generalizada, além de uma hecatombe económica que só Salazar conseguiu reverter.

Porém, porque a minha Pátria é culturalmente rica, ainda subsistem muitos herdeiros da tempera heróica e sublime que espalhou a Europa e a civilização pelo mundo - são os continuadores da "raça" Lusa. 

Hoje, oculto entre os escombros da Pátria Lusa, há sem uma luz que brilha num recanto de paz, de bom-senso, de liberdade, de patriotismo e de saúde sociocultural. Aí comemora-se uma data importantíssima para o país – 5 de Outubro de 1148, o Tratado de Zamora.

Viva Portugal!
Viva a Casa Real Portuguesa!
Viva Sua Alteza Real, D. Duarte Pio e toda a Casa Real Portuguesa!


terça-feira, 5 de agosto de 2014

Cadê os outros?!....


Este mundo está maluco...

Ricardo Salgado, por razões relacionadas com o BES, foi detido, interrogado e obrigado a uma caução choruda.  Mas, Carlos Costa, o governador do Banco de Portugal, mentiu deliberadamente ao portugueses, afirmando que não existia nenhum problema grave com o BES - "é um banco seguro",  garantia ele, mesmo sabendo que existiam problemas. 
Ora, Carlos Costa não só não é detido por encobrir e burlar os accionistas e investidores do BES que acreditaram nele, como ainda passa a ser o carrasco desse Banco e todo o grupo financeiro dos Espírito Santo . 

Curiosamente, este último  não é detido nem incomodado pela justiça.  Ficam-me dúvidas se isto não terá sido cozinhado por algum interessado, com o BP e o sr, Carlos Costa. 

Não foi detido, continua a viver à nossa custa com a maior cara-de-pau e, pior ainda, vai continuar a sua actividade, sem se saber se não vai continuar a fazer o mesmo.  

Não tenho dinheiro para investir, pois o nazismo, perdão, a UE já me roubou tudo. Mas, se tivesse, nunca investira um centavo num banco português.  

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terça-feira, 22 de julho de 2014

Nem acredito!...


Nunca fui apreciador de futebol e sempre achei a profissão de “jogador” como uma ofensa às profissões sérias. 
Jogar é brincar. Uma profissão de “brincador”, se não for tomada por anedota, é uma estupidez. Acresce que, pelo menos no caso da mafia do futebol, é uma área que nada tem de desportivo – desporto não é, de certeza.

Talvez por isso, se mais não for, a grande maioria dos “jogadores” são uma cáfila de ignaros – são gente com uma formação social e cultural medíocre. 

Mas, contaram-me que um desses brincadores de profissão, um tal Cristiano Ronaldo, quando foi com uns fulanos jogar à bola com outros tantos que fazem a mesma coisa mas são de Israel, tivera uma saída excepcional, um rasgo de rara inteligência.

Segundo o narrador que me contou a história, estes rapazes que gostam de jogar à bola têm uma tara pouco higiénica, mas muito conhecida – quando acabam de jogar trocam de camisola com os rapazes que se divertiram com eles.

Ora, o tal Cristiano ter-se-á negado a trocar a camisola com o judeu, dizendo algo do género:

“Não troco a camisola com assassinos!”

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Contra o ateísmo... higiene.

Hoje cumprimentei um ateu. Já lavei a  as mãos umas dez vezes, mas ainda não me atrevo a usar o PC sem luvas de protecção...
O ateísmo é uma coisa muito porca!!!!!!

sexta-feira, 20 de junho de 2014

CORPUS CHRISTI - a festa roubada ao povo pela canalha governante


Avé Portugal!... Eu regressei.



Regressei, precisamente, num dia festivo que foi roubado ao povo pela trupe mandante, direi melhor, pela canalha apanascada e apedeuta que deixam estar à frente do governo do meu país. 

Assisti à tradicional festividade do Corpo de Deus, em Roma. O Papa Francisco I celebra missa festiva na Basílica de S. João de Latrão (a "sé" do bispo de Roma, ou seja, onde o Papa é Bispo), depois segue-se uma extensa procissão que percorre o trajecto desde esta Basílica à de Sta. Maria Maior. Aqui vemos o “carro andor” descendo a Via Merulana e as torres de Igreja de Sta Maria Maior. 

Uma grande multidão assistiu a esta festa antiquíssima. 

Sabe-se agora que a festa do Corpo de Deus remonta a 1193, embora tenha sido instituída oficialmente, apenas, em 1264, pela  Bula Transiturus de hoc mundo, do Papa Urbano IV. Em Portugal, celebra-se desde o reinado de D. Dinis – 1282. Infelizmente, a canalha que está a governar (digo, desgraçar) o país, aboliu o dia festivo, com a conivência da Igreja Católica.

Vem isto a propósito de uma constatação simples. O meu país anda anestesiado. Não é necessário ser feriado para que se celebrem estas festividades. O que acontece, infelizmente, é que o país está a estupidificar-se, cada vez abunda mais ignorância, mais estupidez, mais vadiagem, mais parasitas a devorar a carcaça semipútrida de um país cadavérico. Até na Igreja começa a surgir gente desta: vendilhões do templo, com pouca cultura, preguiçosos, de seriedade duvidosa e educação medíocre.

Já nem falo nos patogénicos e perigosos ateus. Não se deve falar de coisas tão porcas quando se fala de uma festa.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

O Imbecil e facio-nazi Henrique Raposo do Expresso, num Estado de Direito.


O Henrique Raposo, que é, apenas, mais um imbecil ignorante engravatado a vomitar estupidez, tem um espaço no Expresso para dizer alarvidades, do mais parvo e ridículo que existe.

É claro que o Raposo tem o direito de ser estúpido e ignorante. Defendo a liberdade de um imbecil, ignorante e tacanho, como ele, a debitar a sua burrice.

O que eu acho incrível é a atitude do Expresso - dar um espaço a uma pessoa com estes problemas mentais, sem a indicação de se trata de uma rábula de algum desmiolado.

Refiro-me, no imediato, à sua imbecil dissertação sob o título: “Funcionários públicos: entre a cegueira do TC e a cobardia de Passos”

Defende o “escroque abichanado”, duma forma facio-nazi, que o Tribunal Constitucional (TC) deve “julgar” em função da conjuntura político-económica, e não com o mais severo rigor jurídico, de acordo com a severidade do texto Constitucional.

Pede, a besta, que se use a moral, ou melhor, aquilo que ele julga ser “moral”, e não a Lei. O mesmo fizeram Hitler, Satlin, Mao e muitos outros. Todos estes cilindraram a Lei e impuseram o que eles pretendiam ser a “moral” – a sua “moral”.

O que está em causa não são as regalias (ou falta delas) dos funcionários públicos. O que está em apreço é se o Governo pode violar a Constituição, se a vontade de um órgão do Estado (que nem sequer é um órgão eleito democraticamente) se pode sobrepor à Lei Constitucional.

Entende o Raposo, de forma imbecil, que sim… que pode e deve… desde que seja em nome daquilo que ele entende por “moral”. Aliás, para ele, o Primeiro-ministro deve justificar tudo com a “moral”. Não é com a justiça, com a Lei, com a equidade… é com a “moral”!

Creio que ele nem sabe o que é a “moral”.

Eu, que pertenço aquela geração que viveu “o antes” e “o depois” de Abril, ficava muito mais descansado se soubesse que este tipo de imbecis não saía da cerca do Circo, e as suas actuações não tinha outra tribuna que o “platô circense”.

Todos os Órgãos do Estado têm obrigação de dar o exemplo. E, além de lhes competir serem um bom exemplo como entidade patronal, acresce que o Sr. Primeiro-ministro (e todos os ministros) jurou, por sua honra, cumprir e fazer cumprir a Constituição.

Por isso mesmo, não sinto respeito algum por um imbecil defensor das tácticas nazis, a quem costumo apelidar de badamerdas, ao exigir que se passe por cima do TC, e muito menos a querer que o Estado siga vontades e projectos pessoais dos governantes, em vez do exemplar respeito pela Constituição.







quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Vivo num país onde meia dúzia de bandalhos governam milhões de patetas...


Segundo a “troika” e com todo o aval do nosso governo,  os portugueses têm que trabalhar mais, ganhar menos, perder regalias e direitos adquiridos, as leis devem aplicar-se retroactivamente, etc…

Só não entendo por que razão criticam tanto Salazar e Marcelo.
No tempo deles fomos progredindo no sentido da melhoria, embora de forma muito lenta, hoje regredimos bruscamente… e ninguém se revolta.

Onde estão os revolucionários e os lutadores pelos direitos do povo, pelo Estado de Direito, pela melhoria das condições de vida?

Reformaram-se ou passaram para o outro lado da cerca (o lado daqueles a que chamavam ditadores)?

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Se rouba e é absolvido, que pague IRS!

O capataz do gang de ladrões que explodia multibancos, de alcunha “Lagameças”, foi absolvido em tribunal, soube-se hoje.

 Ele efectivamente era membro activo do gang, a polícia sabe e tem todas as provas, o juiz sabe, o ministério público sabe… mas o bandalho foi libertado.

Porquê?
Porque o advogado não esteve presente nas diligências em que se obtiveram as provas. Imagino como este terrorista deve estar a rir-se de todos nós.

 E tem a sua razão.
Nós pagamos impostos, mantemos estes e outros ladrões e ainda somos tratados como criminosos. A justiça sabe que este cometeu vários crimes, mas liberta-o e, se ele tiver jeito p´rá coisa, ainda o indemniza.

 Percebo por que ninguém gosta do Salazar.
 É que, no tempo de Salazar, ele não se safava.
 Hoje, porém, com os dois milhões que roubou, pode comprar a absolvição e continuar no crime.

 Já que não entendo como o não condenaram por terrorismo, roubo, uso ilegal de explosivos, etc., etc., etc., etc., peço aos governantes portugueses um favor: 

 Não se importam de, pelo menos, obrigar este bandido a pagar IRS dos dois milhões de euros que obteve na actividade por conta própria?

Ou será que só quem é honesto é de deve pagar impostos?

domingo, 18 de agosto de 2013

REGRESSO - DA SAUDADE À TRISTEZA.

Regressei à Terra Lusa, a este terreiro do circo. 


 Só sabe o verdadeiro sentido e o valor da Pátria quem dela se ausenta, sobretudo se for para local onde nada lhe faz lembrar o seu país. 



 No regresso, a alegria da chegada é apagada pelo desgosto de ver a Pátria mergulhada na mais infeliz e irrecuperável tristeza. 


Isto não é um país. Aqui encontro os escombros daquilo que foi a gloriosa Pátria Portuguesa. 
Pois claro que sou um nacionalista. Orgulho-me de o ser. E, não me venham com a história da “cidadania europeia”, pois isso é uma forma pomposa de desculpar a vil e horrenda escravidão socio-económica que grassa no “velho continente”.

 Custa-me aceitar a imbecilidade dos povos europeus. 
Não entendo como é possível que, sabendo-se que toda esta devastação social, económica e cultural é fruto da construção da União Europeia, ainda existam pessoas a defender esta estupidez chamada União Europeia. 
 Curiosamente, de forma absurda, vejo os europeus criticarem os países islâmicos, quando é a “Europa” que demonstra este retrocesso, quando são os europeus que estão a ser reduzidos a escravos, quando assisto ao desmoronar de toda a construção da liberdade, da democracia e do progresso, quando vejo os europeus perderem o que conseguiram conquistar com muita luta, por vezes com o sacrifício de muitas vidas. Atrasado e imbecilizado está o povo europeu. Com a União Europeia, o povo grego perdeu em cinco anos aquilo que constou em muitos séculos. 

O povo português perdeu, em três anos, tudo o que consegui conquistar num século de lutas. Toda a gente sabe que o futuro será cada vez mais desastroso, que as gerações futuras terão uma vida muito pior do que hoje temos, e que serão necessários mais de duzentos anos para recuperar os direitos que hoje lhes foram roubados. 

Mas o povo europeu cala-se.
 Fatalista, cobarde como nunca foi, ignorante como nunca imaginei, manipulado como eu nunca fui capaz de conceber em pesadelos, maniatado mas a imaginar-se livre, tornado escravo mas a imaginar-se senhor, conformado como se estivesse a viver algo que é irremediavelmente necessário, eu já não reconheço este povo, nem me revejo na sua atitude.

 O povo europeu estagnou, parou no tempo, ficou imbecilizado e adormecido.

 É necessário reagir, resistir e exigir que toda e qualquer mudança terá que ser, obrigatoriamente, para melhor e não para regredir séculos. 

 É isto que me fere a alma… sobretudo a minha “alma Lusa”, neste momento de regresso à
Pátria.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

A Imposição da República


Alguns (muito poucos) portugueses comemoraram hoje a data de Imposição da República ao país.

Os arruaceiros e assassinos que impuseram a república pela força, com acções terroristas de barbárie extrema e contra a vontade da esmagadora maioria dos portugueses, eram  quase todos membros da Mafia do Avental (vulgo Maçonaria), da organização terrorista fundamentalista Carbonária (a Al-qaeda da época) e todos bons exemplos de ateístas, nos actos, mas palavras e no rancor que lhes caía da boca sob a forma de espuma nojenta. 

Ateísta que se preze tem que ser bandido. 

Eis um exemplo:

"Ainda na madrugada de 5 de Outubro foi assaltado o colégio dos jesuítas de Campolide, sendo presos o reitor, padre Alexandre de Faria Barros, outros professores religiosos e alguns empregados. [...] Mas como se não tornasse possível a sua guarda neste edifício [quartel de Artilharia I], vieram a ser transferios para Caxias, no meio dos maiores insultos da polpulação. [...] O Colégio do Barro, em Torres Vedras, e as residências de Vale do Rosal e de Setúbal viriam também a ser invadidos e vasculhadas, em actos que tiveram com frequência as marcas do desrespeito e do vandalismo.
De extrema gravidade foi o assassínio, ainda no dia 4 de Outubro, do padre Bernardino Barros Gomes, na casa dos lazaristas de Arroios. A multidão tratou-o com requintes de crueldade, antes de tirar a vida ao piedoso sacerdote, que era também um naturalista considerado. O padre francês Alfred Fargues, que vivia na Igreja de S. Luís, sofreu a tiro o mesmo suplício, causando as suas mortes a maior repulsa."
Serrão, Joaquim Veríssimo , História de Portugal [1910-1926], vol. XI, Editorial Verbo, 1995, pág. 52:

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

A reencarnação ocupa e intriga a ciência,


Assisti recentemente a uma palestra sobre reencarnação. Curiosamente hoje, sem querer, fui parar a um site que trata sobre um caso recente  na nossa vizinha Espanha.
O caso de Jette Toft.  Uma senhora dinamarquesa que afiram ter vivido em Espanha, em Aurol, em meados do século XIX.

As investigações sobre o assunto não deixam pontas soltas – a Sra. Jette Toft conhecia dados e dominava informação que não estaria ao seu alcance.

Existem vários estudos científicos, coordenados por académicos sérios e insuspeitos, sobre casos de reencarnação ocorridos um pouco por todo o mundo.
Aliás, existem bons livros editados com  estudo de alguns desses casos.

O que pensará a pandilha ateia destes casos?

Tenho de passar pela Tasca dos Ateus Suburbanos de Lisboa, coisa que ainda não fiz após o meu regresso.