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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Casamento da paneleirada... Ofensa e retrocesso civilizacional


A Assembleia da República via tratar do casamento da paneleirada.

Segundo as últimas notícias, o capataz do bando de inúteis e imbecis mais bem pagos do país – os membros do governo -, decidiu que não há liberdade de voto para os deputados da seu gang – o gang satânico, conhecido como PS.

Nada me espanta que um paneleiro envergonhado aproveite para impor a sua tara.
Embora continue a achar que um bom tratamento – PORQUE EXISTE TRATAMENTO (mesmo que alguns não queiram aceitar) - resolveria o assunto (pelo menos do gang que nos governa), percebo que o dito panasca capataz queira dar visibilidade ao seu desporto preferido.
Aliás, analisando o seu comportamento no país, este é apenas mais um dos seus desastrosos, imbecis e nojentos caprichos, demonstrativos da sua imbecilidade e da sua demência.

Evidentemente que não é uma lei que torna uma coisa estúpida numa coisa certa. Continuará a ser indecente, nojento, repugnante, badalhoco e indigno chamar casamento ao emparelhamento de dois paneleiros.
Continuarei a dar vómitos e a cuspir sempre que vir dois paneleiros juntos, nunca e em situação alguma, colaborarei, com tal palhaçada e espero que ninguém o faça.

Um conjunto alargado de cidadãos juntaram-se para exigir um referendo. Não é difícil advinhar o que se vai passar com a petição de 90 000 portugueses.

Basta imaginar o que Salazar faria. Incrivelmente, é um conjunto de pessoas que não foram eleitas (o Capataz Sócrates e a sua seita do Governo) a condicionar a vontade dos que foram eleitos (os deputados), e a vontade do povo. Disso falaremos depois.

Perguntava um comentador:

Já agora, para o Zeca a procriação é a única utilidade da constituição de família? Ou existem outros pilares?

Evidentemente que não é a procriação humana a única utilidade do casamento.
Precisamente por isso é que não posso tolerar essa farsa chamada “casamento da paneleirada". Se a única função fosse a procriação humana, estava eu descansado porque tudo estava resolvido – nunca existiria casamento, uma vez que uma parelha de panascas não se pode reproduzir

O grande problema é que o casamento é a mais importante instituição social (socialmente é muito mais importante que o governo), e corresponde à mais importante célula de produção social e de reprodução cultural e civilizacional – a nossa sociedade, a nossa cultura e a nossa civilização reproduz na família.
É nessa reprodução social e civilizacional que estes assassínios culturais, e que estes atentados à dignidade da sociedade e ao respeito pela civilização, não podem ser tolerados.

Nenhum ser humano civilizado pode concordar com tal atentado cultural e civilizacional. É um atentado contra o país fazer da Instituição CASAMENTO uma fantochada de patetas que se divertem em palhaçadas e indecentes, como as “paradas” contraculturais e anti-sociais.

Mas, nas sendo a procriação humana a única utilidade da família, ela é uma das suas atribuições. É no ceio da família que a procriação humana atinge a sua plenitude. E, para efeitos de procriação, já entende o PS que a só há uma família – a verdadeira família - constituída por cônjuges de sexos diferentes. Aliás, a nossa lei preocupa-se em afirmar que todas as pessoas devem ter “um pai” e “uma mãe”.
Quer isto dizer que os inúteis que vivem parasitando o país, mais o seu capataz (leia-se: todo o governo), até demonstram saber que a família é um casal e não um duo, ou uma junta de panascas. Mas, porque para eles a vida é um Carnaval, a sociedade uma fantochada e cultura um cenários, não se importam de lançar um escarro asqueroso de virulento a macerar e ofender todas as pessoas sãs e de bem, que são casadas.

E, não venham com a costumada léria da “discriminação” e da “orientação sexual”. É que, nesse caso, continuam a ser facciosos e aldrabões, porque se esqueceram dos bissexuais. Ou então, tratem de incluir tudo no mesmo casamento, e venham os casamentos a três (no mínimo).

É assim que a velha Europa regride civilizacionalmente uns dois mil anos. Bastemais de dois mil anos, porque na Grécia Antiga a paneleirice não era uma moda, mas a Europa está a tornar essa tara numa moda repugnante.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Que linda vai a noiva!...



Passada a tão proveitosa e comovedora cerimónia, este simpático “casal” partiu para a lua-de-mel.

Como bom “casal” que se preze… como almas gémeas… repartiam todas as tarefas: o ruivo era a “esposa” às segundas, quartas, sextas e domingos de manhã; o loiro era “esposa” às terças, quintas, sábados e domingos de tarde.

Depois de umas horas de viajem por românticas estradas secundárias de um país de sonho (a Dreamlandia do Sul), eis que a “esposa” (era quinta-feira, portanto calhava ao loiro), começa a gritar:
“Pára!... Pára!... Que eu estou aflita!!!!”

O “marido de serviço” pára e a “esposa” sai do carro a correr em direcção a uns arbustos.

Passados poucos minutos ouve-se um grito detrás dos arbustos: “aaaaaaii!!!!!!!!!!”

Sai o “marido” do carro a correr, para perguntar: “que foi!?”

“Ai, tive um aborto! – responde “ela” – olha as perninhas, os olhinhos, a cabecinha!...

Responde “ele”: “Oh sua bicha!... Você fez cocó em cima de um sapo!!!!:::”




Lá vão vivendo!

À parte as confusões que se geram quando, ao acordar, não se recordam do dia da semana, e portanto não sabem quem é “ele” e quem é “ela”, sentem-se muito bem, e estão à espera de um “filhinho”.

Já pouco falta!...

É só o canil resolver uns problemas de vacinas e “desparasitagem”!!!!!

[Os bebés dos panascas vêm do canil, porque as cegonhas não alinham em palhçadas!]

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Tem razão, Sr. Presidente!!!

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O Sr. Presidente da República disse hoje que “não é um sinal de modernidade a dissolução progressiva dos laços familiares”.

A família é a célula base da sociedade. É também a célula de reprodução cultural de um povo.

As sociedades e as culturas com uma estrutura familiar forte , são inabaláveis. Porém, quando se perdem os laços familiares, as sociedades tornam-se débeis e facilmente penetrável em termos contraculturais e anti-civilizacionais.

D. Antoine Audo, Bispo de Alepo – Síria, alertou para uma das consequências da ruptura da coesão social, por via da destruição da família.
Segundo este prelado, os muçulmanos dizem: "Já não há fé, nem família, nem moralidade na Europa. Pacificamente, vamos pregar-lhes o Alcorão e vamos todos convertê-los ao Islão".

Há muito que alguns pensadores vêm alertando para um problema crescente: a islamização (e também a africanização) da Europa.

Ora, as palavras do Sr. Presidente da Republica vieram apensa reforçar quilo que D. Antoine Audo dissera, no fim-de-semana passado, e tem preocupado alguma gente séria na Europa.
Na verdade, os islâmicos falam do "início da conquista da Europa". E, a ajuizar pelas ajudas de alguns (des)governos europeus, a sua tarefa está facilitada.
Esta fornada de governantes sem escrúpulos, sem formação, sem carácter, sem conhecimentos nem experiência e completamente imaturos, dá azo ao triunfo da mais aparvalhada, hedionda e lunática canalhice, uma verdadeira fantochada, desculpada sobre a alcunha provocadora, ignóbil e infame da “modernidade”.

Não se pode permitir que meia dúzia de rapazotes apalermados, com uma serôdia (ou irreal) integração sócio-cultural, destruam a “alma de um povo” e a estabilidade social, independentemente do degrau em que se empoleiraram, ma escada do poder.

Os crescentes ataques à família são, antes de mais, ataques à liberdade, à democracia à segurança e ao bem-estar social. E, rotular a família de “tradicional” é absurdo e incongruente, já que não se trata de família tradicional, mas simplesmente de Família.

A libertinagem deu são à ascensão de algumas instituições que são gangs contraculturais e anti-sociais organizados (por exemplo: as tascas ateístas), controlados remotamente por uma verdadeira máfia, chamada maçonaria.
São estes infectos, pestilentos e repugnantes focos imundice que conspurcam a sociedade.
Desde logo, porque muitos governos estão debaixo da alçada da rede mafiosa dos fulanos do avental. Depois, porque os grupos operacionais dos pedreiros mafiosos, sãos, nada mais nadamenos do que as fedorentas tascas ateístas, a que os rapazolas governantes dão guarida.

É a disseminação desta lepra social que está a por em perigo a liberdade, a segurança e o bem-estar do velho mundo.

Para destruir uma cultura, a única solução é começar pela família, porque assim o Homem volta ao seu estado ancestral e animalesco dum carnívoro “cavernícula” em competição feroz pelo “espaço vital”, de que falava um especialista aplicador da tecnologia dos ateístas, de nome Adolfo, onde algumas actuais tascas foram buscar a inspiração.

Tem razão o Sr. Presidente da República ao alertar os nosso empoleirados governantes. Mas, infelizmente, a razão só vale algum crédito entre gente séria.

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