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domingo, 1 de fevereiro de 2009

UM SÉCULO DE CRIMES SEM CASTIGO!


Passam hoje 101 anos sobre um dos maiores crimes sem castigo da Historia de Portugal.

Com efeito, no dia 1 de Fevereiro de 1908, escreveu-se uma das páginas mais negras na nossa História – o Regicídio.
O rei D. Carlos e o príncipe herdeiro - D. Luís Filipe são barbaramente assassinados, no Terreiro do Paço, quando regressavam de Vila Viçosa.
Foram dados por assassinos dois membros do mais mafioso ateísmo: Alfredo Costa e Manuel Buíça. Porém, há provas científicas da existência de mais assassinos: a balística permitiu saber que não havia só dois assassinos ateístas preparados para o crime.

Os dois assassinos eram membros de uma organização mafiosa conhecida como Carbonária. Imbuídos do mais solene espírito assassino dos ateísta, com a mente perturbada dos ateístas, com o trauma dos ateístas, com a falta de valores, de cultura e inteligência típica dos ateístas, com a natural propensão para o crime que caracteriza os ateístas, com os distúrbios mentais e psicológicos dos ateístas, etc, naquele dia, como hoje, os pedantes e perigosos seguidores das seitas ateístas estavam predispostos ao crime.

A demência dos ateístas leva-os ao delírio da fantasiosa ideia de serem seres superiores, superiormente esclarecidos, idolatras dum “endemismo” racional típico da “idade da parvalheira”. Isso leva-os a salivar abundantemente entre definições geométricas de delírios científicos e a cegueira atroz dos endrominados seguidores duma seita pseudo-racionalista, que não sai dos terrenos dúbios onde pode dar duplo sentido às palavras.

Se há um século os ateístas se organizavam em gangs mafiosos (a Carbonária, a Maçonaria…), ainda hoje sobrevivem os resquícios de tais associações criminosas.
A Maçonaria continua com as suas ideias segregacionistas, conspiradoras e manipuladoras; a Carbonária, resurge nas tascas ateístas da capital.

É essa nova Carbonária (não sei se esta deriva de “carvão” ou de “cabrão”), formada por atomistas de inspiração protonazi, que querem revalidar as incursões das ideias sanguinárias que minaram Portugal, nos finais do séc. XIX e princípios do séc. XX.

As tascas ateístas são os covis de meios-homens, que pretende reduzir o Homem inteiro a uma “máquina de acasos complexos”. A repetição do “acaso”, como elemento científico, tornou-se num psitacismo revelador da doentia condição deste gang.

É certo que são ridículos ao ponto de se tornarem cómicos. Porém, são vítimas de pelagra que degenera em insidiosas alucinações: acham que não têm que respeitar os valores, os interesses, a vida, a cultura dos outros, nem as praticas sociais e civilizacionais.
A demência plasmada nas afirmações e arrazoados pseudo-científicos que não sobrevivem sem injuriar, maltratar, mentir e vilipendiar os que não seguem o seu gang, mostra laivos duma esquizofrenia latente, nos membros das tascas.

O primeiro degrau da delinquência é a propensão para o insulto. Aqui, a delinquência é a condição “sine qua non” para ser investido na recruta da “neo-mafia” da seita da tasca ateísta.

Pondo de parte a tasca dos ateístas (herdeiros da Carbonária), o que me custa a perceber, é como num país decente, tais associações criminosas podem sobreviver um século, mesmo nas barbas da justiça.

Toda a gente sabe que foi a Carbonária e a maçonaria que planeou e pôs em prática o regicídio e cometeu muitos outros crimes… e ninguém faz nada!
Quem premeditou, estudou, planeou e organizou o crime não foi o Costa e o Buiça – esses foram meros operacionais fanáticos, carne para canhão. Foram os ateístas da Carbonária e Maçonaria.

Por que razão estas associações criminosas continuam com liberdade de estabelecimento no nosso país? Por que razão estas seitas, estes gangs e as suas ideias são perfeitamente legais, se nada ficam a dever ao nazismo e ao fascismo?

Estamos a falar de associações criminosas (e, eventualmente, do seu ressurgimento). As FP – 25 comparadas com a Carbonária, eram educadíssimos e inofensivos defensores do “love and peace”.

Como é possível que tais aberrações criminosas triunfem, numa sociedade europeia, durante mais de um século!?

Quem souber, que responda!

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Nota: O comentador Edgar Matos, fez questão de notar que o Estado Novo “Ilegalizou a maçonaria”.

Se é verdade que Salazar mandou extinguir essa organização mafiosa, em 21 de Maio de 1935, não é menos verdade que ela continuou a existir, mesmo infiltrada no poder.
Não fez a necessária justiça, punindo os seus membros.

Aliás, a causa da sua extinção tinha como fundamento o receio de que a maçonaria tentasse tomar o poder, derrubando o Estado Novo – o que era uma pura verdade.
Mal por mal, o Salazar sempre era melhor que a maçonaria.

Mas, maçonaria continuou activa, estando por trás da criação de movimentos e seitas. Por exemplo: Frente Popular Portuguesa (1936); União Socialista (1944); Movimento de Unidade Democrática (1945); Comissão dos 24 (1949); Directório Democrato-Social (1951); Programa Para a Democratização da República (1961); Acção Socialista Portuguesa (1964); Comissão Eleitoral da unidade Democrática de Lisboa e Porto (1969). Assim como do Partido Socialista, já em pleno “regime marcelista” (1972).

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Tem razão, Sr. Presidente!!!

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O Sr. Presidente da República disse hoje que “não é um sinal de modernidade a dissolução progressiva dos laços familiares”.

A família é a célula base da sociedade. É também a célula de reprodução cultural de um povo.

As sociedades e as culturas com uma estrutura familiar forte , são inabaláveis. Porém, quando se perdem os laços familiares, as sociedades tornam-se débeis e facilmente penetrável em termos contraculturais e anti-civilizacionais.

D. Antoine Audo, Bispo de Alepo – Síria, alertou para uma das consequências da ruptura da coesão social, por via da destruição da família.
Segundo este prelado, os muçulmanos dizem: "Já não há fé, nem família, nem moralidade na Europa. Pacificamente, vamos pregar-lhes o Alcorão e vamos todos convertê-los ao Islão".

Há muito que alguns pensadores vêm alertando para um problema crescente: a islamização (e também a africanização) da Europa.

Ora, as palavras do Sr. Presidente da Republica vieram apensa reforçar quilo que D. Antoine Audo dissera, no fim-de-semana passado, e tem preocupado alguma gente séria na Europa.
Na verdade, os islâmicos falam do "início da conquista da Europa". E, a ajuizar pelas ajudas de alguns (des)governos europeus, a sua tarefa está facilitada.
Esta fornada de governantes sem escrúpulos, sem formação, sem carácter, sem conhecimentos nem experiência e completamente imaturos, dá azo ao triunfo da mais aparvalhada, hedionda e lunática canalhice, uma verdadeira fantochada, desculpada sobre a alcunha provocadora, ignóbil e infame da “modernidade”.

Não se pode permitir que meia dúzia de rapazotes apalermados, com uma serôdia (ou irreal) integração sócio-cultural, destruam a “alma de um povo” e a estabilidade social, independentemente do degrau em que se empoleiraram, ma escada do poder.

Os crescentes ataques à família são, antes de mais, ataques à liberdade, à democracia à segurança e ao bem-estar social. E, rotular a família de “tradicional” é absurdo e incongruente, já que não se trata de família tradicional, mas simplesmente de Família.

A libertinagem deu são à ascensão de algumas instituições que são gangs contraculturais e anti-sociais organizados (por exemplo: as tascas ateístas), controlados remotamente por uma verdadeira máfia, chamada maçonaria.
São estes infectos, pestilentos e repugnantes focos imundice que conspurcam a sociedade.
Desde logo, porque muitos governos estão debaixo da alçada da rede mafiosa dos fulanos do avental. Depois, porque os grupos operacionais dos pedreiros mafiosos, sãos, nada mais nadamenos do que as fedorentas tascas ateístas, a que os rapazolas governantes dão guarida.

É a disseminação desta lepra social que está a por em perigo a liberdade, a segurança e o bem-estar do velho mundo.

Para destruir uma cultura, a única solução é começar pela família, porque assim o Homem volta ao seu estado ancestral e animalesco dum carnívoro “cavernícula” em competição feroz pelo “espaço vital”, de que falava um especialista aplicador da tecnologia dos ateístas, de nome Adolfo, onde algumas actuais tascas foram buscar a inspiração.

Tem razão o Sr. Presidente da República ao alertar os nosso empoleirados governantes. Mas, infelizmente, a razão só vale algum crédito entre gente séria.

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