sábado, 4 de julho de 2009

Ateísmo: “residual” ou “resíduo” ?


A Igreja é uma instituição universal, reconhecida e validada em toda a Terra como instituição e pela sua obra, a base cultural da maior parte do Mundo civilizado e uma instituição que uniu milhões e milhões de pessoas em 2000 anos de História.

O cristianismo resistiu, incólume, a todas as intentonas ateístas e segue inabalável. A Igreja Católica – o conjunto de todos os católicos – é a maior dor de cabeça de alguns grupelhos de acéfalos e fanáticos ateístas.

Taras sexuais, pedofilia e ateismo são disfunções nojentes que devem acabar no ecopontoNo nosso país, alguns desfigurados rostos do “heroísmo político”, espoliadores, degenerados anti-sociais, defeituosos e pervertidos ateístas e maçónicos com seus inveterados e fanáticos seguidores e comensais afins, tentaram, tudo por tudo, pilhar a Igreja e mofar do mais vil, viperino e rançoso ódio tudo o que fosse crente, fé, local e objecto de culto ou propriedade da Igreja.

Do Joaquim António de Aguiar, passando pelos desmiolados terroristas e usurpadores da primeira república (como o Costa ou o Bruno), até alguns cromos da colecção do actual plantel mandante da política nacional, temos horrendos e verrugosos exemplos, mas parece que a fé católica sempre foi um bom remédio contra a peçonha ateísta.

Estes dias um grupelho de meia dúzia de fanáticos fundamentalistas do mais tacanho, cavernicola e ultrapassado ateísmo – membros da Tasca Ateísta de Lisboa (e “vendas” anexas), saíram-se com esta asinina e lerda bacorada, a propósito da Igreja Católica em Portugal: “a sua influência é já muito pequena, residual…” - esbravejaram eles!

Mete dó ver a inquietação constante com que vivem as suas desassossegadas vidas, alvoroçadas pelas mais doentias tormentas, em razão de não passarem uma só momento sem pensar em Deus, na religião e na Igreja Católica.

Com uma obsessão enfermiça, fazem da sua quixotesca e inglória contenda uma ocupação permanente, mortificando-se como sentinelas permanentes duma trincheira onde só eles lutam, esquecendo-se que a vida é mais bela se for vista a cores, vivida em comunidade e temperada pelo sal da fé e pela Luz Divina.

O que os apoquenta é a fraternal, harmoniosa e feliz vivência dos católicos.

Invejam-nos por os sentir mais próximos da luz, no caminho da verdade, no terreno da certeza – isso faz os sentir inferiores, insignificantes, incompletos, errantes e perdidos num mundo onde a sua existência não faz sentido.

Assusta-os a certeza (que demonstram ter) da existência de Deus. E, num acto misto de recalcada rebeldia juvenil e revolta pela sua incontida pequenez, tomam a mais comum atitude dos incapazes: rebolam-se espumam, desfazem-se na mais pueril e ruidosa agitação, cuspindo e transpirando o mais acre e nojento ódio. Não é ódio contra Deus, porque sabem que não lhe podem chegar. O alvo da sua sofrida ira são os crentes, sobretudo os católicos, de quem não escondem a mais eriçada inveja.

Vejo-os numa preocupação estafante, intrépida e incessante, mesmo sabendo que a sua obra tem a força de quem deita um copo de água no mar na esperança de provocar uma tempestade ou uma enchente.

Uma associação de ateístas que apenas fala de Deus e de religiões, ou é um bando revoltados ou grupo do dementes.


Parece que ainda lhes dói uma verdadeira chapada que levaram nas ventas, dada pelo povo da capital e da margem sul, demonstrando a sua fé, no cinquentenário do Cristo Rei.
Quando eles pensavam que não teria lá ninguém, nem haveria qualquer interesse da opinião pública, saiu-lhes tiro pela culatra elevaram um “tapa-ventas”.

Tanta gente!
Tantos Jovens!... Que desespero para os ateístas!!!

Pelos vistos ainda estão amuados…
Continuem a chorar, porque o povo ainda não vos ouve!!!

A questão que os tasqueiros (e gurus postuladores da Tasca Ateísta de Lisboa) devem colocar é esta:

O Ateísmo é “residual” ou é “um resíduo da sociedade”?

Nesta sociedade de consumo em que vivemos, onde um dos grandes problemas é o lixo e a imundície dos efluentes contaminantes (os resíduos), eu fico-me mais pela segunda hipótese!
Só não sei se são recicláveis!

A Igreja é grande no espaço e no tempo!...

A Igreja é de ontem, de hoje e de amanhã; é minha, de todos, universal!

Igreja somos todos nós que ouvimos os ensinamentos de Jesus.


Universais são, até, as Orações.


Na língua de Jesus - em Aramaico :

(Pai Nosso)

Abwoon d'bwashmaya,
Nethqadash shmakh,
Teytey malkuthakh.
Nehwey tzevyanach aykanna d'bwashmaya aph b'arha.
Hawvlan lachma d'sunqanan yaomana.
Washboqlan khaubayn (wakhtahayn)
aykana daph khnan shbwoqan l'khayyabayn.
Wela tahlan l'nesyuna.
Ela patzan min bisha.
Metol dilakhie malkutha wahayla wateshbukhta l'ahlam almin.
Amen.








Na língua do império - em Latim

PATER NOSTER, QVI ES IN CÆLIS
SANCTIFICETVR NOMEN TVVM;
ADVENIAT REGNVM TVVM.
FIAT VOLVNTAS TVA
SICVT IN CÆLO ET IN TERRA
PANEM NOSTRVM QVOTIDIANVM DA NOBIS HODIE
ET DIMITTE NOBIS DEBITA NOSTRA,
SICVT ET NOS DIMITTIMVS DEBIOTORIBVS NOSTRIS
ET NE NOS INDVCAS IN TENTATIONEM;
SED LIBERA NOS A MALO
AMEN.


Na língua universal – em Esperanto

Patro nia, kiu estas en la cxielo,
Via nomo estu sanktigita.
Venu Via regno,
plenumigxu Via volo,
kiel en la cxielo, tiel ankaux sur la tero.
Nian panon cxiutagan donu al ni hodiaux.
Kaj pardonu al ni niajn sxuldojn,
kiel ankaux ni pardonas al niaj sxuldantoj.
Kaj ne konduku nin en tenton,
sed liberigu nin de la malbono.
Amen.

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quinta-feira, 2 de julho de 2009

Há 77 anos!... uma perda irrecuperável para Portugal.

D. Manuel II, ultimo rei de Portugal expulso pelos ateistas maçonicos laicista - danger atheism
Passam hoje 77 anos sob o falecimento daquele que foi (até hoje) o nosso último rei - Manuel II de Portugal

Chamaram-lhe: O Patriota ou O Desventurado.
Qualquer um destes cognomes é mais do que justo, para uma das grandes figuras da História de uma Pátria que, até ao final do seu breve reinado, se manteve se grande e gloriosa.

No dia 2 de Julho de 1932, com apenas 43 anos, apagava-se umas das estrelas que brilhou sobre a Alma Lusa. D. Manuel estava exilado Londres, desde a intentona terrorista de 10 de Outubro de 1910, pela qual, meia dúzia de renegados antipatriotas impuseram o republicanismo ao país.

D. Manuel nunca pensara assumir o reino. Porém, desde o atentado terrorista de 1 de Fevereiro de 1908, onde vira ceifada a vida de seu pai (El-Rei D. Carlos) e de seu irmão (o Príncipe Real D. Luís Filipe), cabia-lhe a dura tarefa de assumir um reino minado pela cobardia, pelo terrorismo, pelo anarquismo, pelo desvario, pelo fundamentalismo e fanatismo eivado do mais vil e rancoroso o ódio de algumas mentes pérfidas da carbonária da maçonaria, do republicanismo, do ateísmo e máfias afins.

Desde o chamado Golpe do Elevador da Biblioteca (28 de Janeiro de 1908) que se sabia estarem à solta uma bando de perigosos facínoras sanguinários, que haviam sido apanhados em flagrante de armas em punho: Afonso Costa, Visconde de Ribeira Brava, entre outros. Na rol dos terroristas havia outros “heróis” como: António José de Almeida, o dirigente Carbonário Luz Almeida, o jornalista João Chagas, José Maria de Alpoim etc. Alguns dos quais são presos, outros invadem-se, a monte, para Espanha.
A 1 de Fevereiro de 1908, D. Manuel assumiu, corajoso, um reino desgraçado pelas hostes mafiosas dos ateístas, laicistas, maçónicos e carbonários, sendo aclamando a 6 de Maio.

A 10 de Outubro de 1910, os mercenários terroristas do republicanismo tomam de assalto o poder e D. Manuel segue para o exílio, em Londres onde acabara os seus dias, sempre com Portugal no coração, como um verdadeiro patriota.

No dia 2 de Julho de 1932, D. Manuel assistira com Afonso XIII de Espanha a um torneio de ténis em Wimbledon. Nesse mesmo dia viria a falecer, sufocado por um edema da glote.


Manuel Maria Filipe Carlos Amélio Luís Miguel Rafael Gonzaga Xavier Francisco de Assis Eugénio de Saxe-Coburgo-Gota e Bragança, era o nome completo de Sua Majestade, el-rei D. Manuel II.

Infelizmente,parece que até hoje ainda ninguém ouviu Aquilino Ribeiro que havia dito: «O pior que nos pode acontecer é sermos amanhã república».
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E ele falava com conhecimento de causa!!!
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quinta-feira, 11 de junho de 2009

CORPUS CHRISTI

Copiei do Blog “Cantinho das Orações” a História da Solenidade do Corpo de Deus.


«A Solenidade Litúrgica do Corpo e Sangue de Cristo, conhecida popularmente como "Corpo de Deus", começou a ser celebrada há mais de sete séculos e meio, em 1246, na cidade belga de Liège, tendo sido alargada à Igreja universal pelo Papa Urbano IV através da bula "Transiturus", em 1264, dotando-a de missa e ofício próprios. Teria chegado a Portugal provavelmente nos finais do século XIII e tomou a denominação de Festa de Corpo de Deus, embora o mistério e a festa da Eucaristia seja o Corpo de Cristo. Esta exultação popular à Eucaristia é manifestada no 60° dia após a Páscoa e forçosamente uma Quinta-feira, fazendo assim a união íntima com a Última Ceia de Quinta-feira Santa.
Em 1311 e em 1317 foi novamente recomendada pelo Concílio de Vienne (França) e pelo Papa João XXII, respectivamente. Nos primeiros séculos, a Eucaristia era adorada publicamente, mas só durante o tempo da missa e da comunhão. A conservação da hóstia consagrada fora prevista, originalmente, para levar a comunhão aos doentes e ausentes.
Só durante a Idade Média se regista, no Ocidente, um culto dirigido mais deliberadamente à presença eucarística, dando maior relevo à adoração. No século XII é introduzido um novo rito na celebração da Missa: a elevação da hóstia consagrada, no momento da consagração. No século XIII, a adoração da hóstia desenvolve-se fora da missa e aumenta a afluência popular à procissão do Santíssimo Sacramento.

A procissão do Corpo e Sangue de Cristo é, neste contexto, a última da série, mas com o passar dos anos tornou-se a mais importante.Do desejo primitivo de "ver a hóstia" passou-se para uma festa da realeza de Cristo, na "Chirstianitas" medieval, em que a presença do Senhor bendiz a cidade e os homens.A "comemoração mais célebre e solene do Sacramento memorial da Missa" (Urbano IV) recebeu várias denominações ao longo dos séculos: festa do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo; festa da Eucaristia; festa do Corpo de Cristo. Hoje denomina-se solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tendo desaparecido a festa litúrgica do "Preciosíssimo Sangue", a 1 de Julho.

A procissão com o Santíssimo Sacramento é recomendada pelo Código de Direito Canónico, no qual se refere que "onde, a juízo do Bispo diocesano, for possível, para testemunhar publicamente a veneração para com a santíssima Eucaristia faça-se uma procissão pelas vias públicas, sobretudo na solenidade do Corpo e Sangue de Cristo" (cân 944, §1).»



Na minha aldeia natal realiza-se, com grande fervor e devoção, a precisão do “Corpo de Deus”.

Sobre este artístico tapete de flores, o Santíssimo passeou hoje pelas ruas da minha aldeia natal.



Já que estamos a relembrar factos Históricos, veio-me à memória o seguinte:

Faz hoje 98 anos!
Na noite do dia 11 de Junho de 1911, o Paço Episcopal de Braga foi cercado pelas forças terroristas da nova república. Começava a perseguição ao Arcebispo D. Manuel Vieira de Matos (uma das mais proeminentes figuras da vida social portuguesa do primeiro quartel do século XX).

Cercado o Paço, D. Manuel foi mantido sob prisão e em situação de incomunicabilidade, no próprio Paço, durante 13 dias.

Estava eminente o início da ladroagem, dos roubos, dos desterros, da arruaça generalizada, do vandalismo estatal e das perseguições protonazis dos republicanos, que tomaram de assalto o poder.


Felizmente, hoje vi muitos jovens a participar, de forma empenhada e alegre, nas celebrações religiosas deste Dia Santo.

O terrorismo da esquedalha republicana protonazi, não vingou; a maçonaria recolheu às cavernas típicas da sua cultura e da carbonária já ninguém se lembra.

Afinal, pela força do Santíssimo, o catolicismo não só não “desapareceu em duas ou três gerações”, como está cada vez mais sólido e promissor.
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domingo, 7 de junho de 2009

Não votei, não voto, não votarei!

Abaixi a União Eurõpeia, União Soviética do Ocidente; down with EU, urrs
Estes dias, num blog caceteiro onde se reúne a fina nata do embuste ateísta, alguém dizia que hoje, dia de eleições, iria cumprir o “seu dever cívico”.


Chamam dever cívico a um desporto engraçado que corresponde a meter um bilhetinho numa caixa preta, a fim de rifar os ‘próximos tachistas” milionários que nos vão explorar durante uns tempos.

Sobre o assunto, disse (e mantenho), mais ou menos isto:


Eu não fui, não vou votar e não sinto nenhum “dever” de o fazer. Tenho, efectivamente, esse direito. Mas, de nada me serve, portanto, não o uso.
Aliás, se o usasse, o mais certo é que revertesse em desfavor dos meus interesses. Portanto, não vou usar tal direito, tal como convido todas as “pessoas de bem” a fazer o mesmo.

Atendendo a que todos os políticos são iguais – nem um só é honesto, sério e digno de apresso -, este acto de escolher os ditadores que nos vão escravizar durante uns tempos é, no mínimo, uma parvoíce.

Por outro lado, sou contra a União Europeia (esta moderna União Soviética do Ocidente).
Sou favorável à Comunidade Europeia, à cooperação entre países, à fraternidade entre povos, mas… cada qual manda em sua casa, apenas!


Sou, portanto e por principio, contra a “união” (nascida dos escombros da “outra união”), onde o Homem é apenas uma unidade de trabalho e um contribuinte/pagador de impostos (como o prometido e imbecil “imposto europeu”).


O estúpido projecto europeu é um verdadeiro hino a imbecilidade de uma sociedade néscia, alienada, prostrada da forma subserviente, uma legião de “joguetes” controlada de forma remota pelo dirigismo do compadrio maçónico- Bidelburg, onde o “económico” se sobrepõe ao “humano/social”.

Eu quero viver num espaço (geograficamente maior ou menor, tanto me faz) onde o Homem (todo o Ser Humano) seja o centro das atenções, e onde os seus direitos se sobreponham a todas as “pessoas colectivas” e instituições.
Antes de tudo estão as pessoas, e só depois as empresas, a economia, a finança, os partidos, as ideologias politicas, os projectos pessoais dos mandantes… e quejandos.

Esta “união” é a forma mais sub-reptícia de conseguir aquilo que Hitler não consegui pelas armas: subjugar a Europa aos interesses da Alemanha.
Neste caso, os “eurotachistas” fizeram uma jogada de mestre – partilhar o poder com os inimigos de sempre (a França e a Inglaterra, pelo menos). Ou seja: dividir para reinar.

É claro que a “união” não é um projecto democrático. Pelo contrário, é o mais hediondo e troviscado sorvedouro da democracia, onde uma meia dúzia de lunáticos profetas impõem as sua sublime “vontade democrática”. E, se o povo diz claramente que não concorda, é logo apelidado de palerma, inculto, atrasado… e outros adjectivos que nem vou colocar no estendal.
Faz-me lembrar o saudoso actor António Silva, no filme “a Canção de Lisboa” (salvo erro), a dizer: “O júri resolve!...” (sendo que essa era a sua vontade. mas contraria aos demais confrades).

Sempre que, em democracia, se repetem referendos, sob chantagem, até que o resultado seja aquele que os “eurotachistas” querem, estão a impor de forma indecente, vil e fraudulenta uma “união!” que acabará por ruir (oxalá seja breve), sobre a falácia dos seus próprios falsos valores.

Mas, independentemente disso, atingimos um ponto de afronta à democracia em que votar se tornou um gesto indecoroso.


Hoje, votar serve apenas para:


1 – Escolher os ditadores que nos escravização de forma vil, cometerão as mais lerdas burricadas e praticarão o mais infame desprezo pela democracia e pelo povo, tudo de forma completamente impune.

2 - Arranjar tacho para bandalhos sem vergonha que apenas estão interessados em mamar o suor dos cidadãos. São incompetentíssimos, aldrabões, burlões e completamente afastados da realidade.


3 – Cada voto (nas legislativas) ainda serve para ajudar a roubar dinheiro dos meus impostos(actualmente passa de 3 “aérios”) para manter a máquina ideológica do partido.

Até que apareçam novos partidos, ideologicamente limpos e democraticamente edificantes, eu não votarei.

Já agora, porque não aparecer um Partido Anti União Europeia?


Até lá, são os carneiros ateístas que, em estado larvar, se aproveitam do putrefacto acervo de valores de uma cultura decadente, moribunda. São autênticas varejeiras necrófagas de zunir intrépido sobre o cadáver da civilização ocidental, apoiados por alguns extremistas perigosos, anti-natura e anti-cultura, sobretudo da extrema esquerda (mais vilã e pró terrorista).

Ia ainda falar da afronta que a “união” representa para a dignidade da minha Pátria. Mas… isso fica para outra ocasião!

domingo, 3 de maio de 2009

As verdadeiras Mães - são exemplos de dádiva!


Conta-se que:

Um filhote moderno, da geração dos pelintras de calças a cair, resolvi impor algumas regras sobre a sua participação na vida da casa.

Como a mãe lhe dava algumas tarefas caseiras a fazer, o jovem, vítima desta modernidade, desqualificadora e ávida de valores, resolveu apresentar à mãe um rol reivindicações. Assim, todas as tarefas por ele realizadas teriam que ser pagas pela mãe.

E, no final do mês, com a ufana vaidade de quem sabe avaliar o justo merecimento pelo seu proveitoso trabalho, a apresentou a conta à mãe.

Rezava assim:

Fazer a cama - - - - - - - - - - - - - - 1,50€
Arrumar o Quarto - - - - - - - - - - - -2,00€
Regar as plantas - - - - - - - - - - - - 1,00€
Meter a roupa na máquina - - - - - - 1,00€
Guarda a roupa do Estendal - - - - - 1,50 €
Lavar o carro - - - - - - - - - - - - - - -2,50€

Total - - - - - - - - - - - - - - - -- - - - - 9,50€


A mãe deste altaneiro jovem não reclamou do preço. Apresentou-lhe a quantia exigida. Mas, conjuntamente com o s honorários de tão prestimosos serviços do filho, apresentou também a sua factura.

Neste termos:

Por te mudar as fraldas centenas de vezes - - - - - 0,00€
Por te levar ao médico inúmeras vezes - - - - - - - - 0,00€
Pelas incontáveis noites a teu lado sem dormir - - 0,00€
Por todas as vezes em te dei banho - - - - - - - - - - 0,00€
Por não ter feito o que gostava para cuidar de ti - -0,00€
Por todas a vezes que te levei à escola - - - - - - - - 0,00€
Pelas horas em que carreguei contigo ao colo - - - 0,00€
Por cuidar da tua roupa - - - - - - - - - - - - - - - - - 0,00€
Por arrumar o teu quanto até hoje - - - - - - - - - - 0,00€
Pelas lágrimas que me fizeste derramar - - - - - - -0,00€
Pela dedicação exclusiva a ti, durante 14 anos - - 0,00€

Total -------------------------------------------- 0.00€


(adaptação minha)

Na verdade, a factura ficou muito incompleta. O trabalho da mãe não tem preço.

Hoje, neste dia solene, quero deixar aqui o meu MUITO OBRIGADO a todas as MÃES do mundo, em particular à minha.

Que a bênção da Mãe Bendita, nossa mãe e mãe de Jesus, desça resplandecente sobre a minha Mãe (e todas as mães do mundo), dando-lhe saúde, conforto e ânimo para enfrentar todas as adversidades do mundo.

E que Jesus, na sua divina e infinita bondade, recompense com as maiores graças, o valor incalculável das facturas de amor, dedicação e sofrimento daquelas mães que já partiram para o Reino da Verdade.

Obrigado Mãe!
Desculpa se nem sempre tenho sabido copiar e reproduzir os teus ensinamentos, a tua bondade, o teu afecto e a tua dedicação…

sábado, 25 de abril de 2009

Reciclar Abril ... com cravos e ferraduras!

Aqueles que viveram os acontecimentos da primavera de 1974 e os verões seguintes, já se aperceberam (mas calam-se) que o espírito do 25 de Abril há muito que se diluiu.

o 25 de Abril precisa de reciclagem já que os actuais bandidos no poder são mais fascistas do Salazar, mas vivem disfarçados de Marcelos Caetano
Uma das coisas com que embirro radicalmente, é com a aldrabice sobre o “antes de Abril”, espalhada alguns “intelectuais” por aí mercadejam, sob a capa progressista de um fantoche moribundo – a liberdade.

Urge reciclar o 25 de Abril, começando por fazer de Portugal, simplesmente, um país. Depois criar leis e regras, reciclando todas esta sucatas (humana, social, técnica e cultural) que por aí abunda.
Na verdade, temos uma sociedade lixeira, a começar por alguns “órgãos de soberania”, e a terminar na filosofia de libertinagem infundida nas “massas”, que infectaram e massacraram a liberdade e, se algum dia existiu, o espírito do “25 de Abril” – repito: se é que ele algum dia existiu!

Na minha aldeia natal, na vila sede do meu concelho, entre os meus familiares e amigos, nem um só foi incomodado pelo antigo regime.
Na verdade, eu tinha muita mais liberdade antes de 1974 do que aquela que tenho hoje. Aqueles que pretendiam tornar o país na arruaça que se seguiu ao 25 de Abril, esses sim, tinham muito a perder e foram incomodados.
Os bandidos, os ladrões, os incendiários, os assaltantes, os comuna, os ateístas, os maçónicos… e mais uma infinidade de escumalha adjacente… esses não tinham descanso, é verdade.

Por certo, os partidários do bandoleirismo actual, toda esta cáfila de inúteis que se dedica à política (muitos dos quais já disso viviam antes de 1974), esta juventude amaricada, preguiçosa, insolente e mal educada… esses teriam muito a perder.

Na verdade, os extremistas são hoje muito mais perigosos do que nunca, dada a impunidade com que actuam. Curiosamente, a Diário de Notícias chamava hoje à primeira pagina um título sugestivo “PSP e SIS reforçaram vigilância a radicais de esquerda”, por medo de tumultos durante as comemorações do 25 de Abril – era isto que se fazia antes!!! Só que aqueles que nessa altura eram ao bandidos, hoje são os heróis, os modelos e os “opinion makers”.

É preciso ser palerma para não ver que esta esquerdalha, munida dos arruaceiros do costume (que representam o seu braço operacional): maricas de todos os tipos e feitios, drogados de variados graus, maçónicos, ateístas e outros desordeiros afins, são um perigo para a liberdade dos outros, mesmo quando eles celebram a liberdade de todos.

Hoje, em termos políticos, estamos mais perto do “28 de Maio” do que do “25 de Abril”.
Ainda por cima, vivemos num país bandalheira onde os candongueiros e facínoras têm tapete vermelho e uma justiça de circo: onde o ladrão é premiado; onde o calaceiro recebe uma “tensa do estado” para recompensar a sua “actividade”; onde a vergonha cedeu lugar ao insulto e à ignomínia; onde a honra foi trocada pela falcatrua e pela aldrabice; onde os valores da cultura, da moral e da civilidade foram substituídos pela caricatura da infâmia e da indignidade.
Hoje, neste bananal lusitano, a vítima é o culpado, pois o meliante está industriado e imbuído na modernidade instituída.
Hoje, tudo o que for estúpido é moderno, tudo o que for obsceno é obra de arte.
E, bastam dois ou três palermas, da mais azeda idiotice, para reclamar a institucionalização das suas taras, perversões ou disfunções sociais, para aparecer mais um punhados de palermas famintos de importância, ávidos conhecimentos e falidos de ideias, a apoiar a javardice.

Um ferradura pra s as bestas que se dizem revolucionarios e defensores da liberdade, igualdade e fraternidade quando na verdade nmais não são do que gatunos fachos asquerosos, tipo ateus, ateistas e outros gajos de sexo indefinido
Com mandantes de tão baixíssima formação técnica, cultural, moral, psicológica, social e civilizacional, qualquer bandalho tem aceitação junto da nossa classe política.
Aliás, ultimamente vemos que a política é o local de estágio para uma infinidade de “doutores plasticina”, que após o estágio se moldam a todos os cargos, tachos e comedorias afins.
Por isso vemos tanta escumalha prosperar e tanta cavalgadura fazer carreira política (e quejandos).

Outra aldrabice que me tira do sério, é ligar o progresso, a revolução do conhecimento e da mobilidade ao 25 de Abril. É mentira! É uma humilhante mentira!

Rebaptizaram esta data com a alcunha de “revolução dos cravos”.
Pois bem, como também quero participar (embora não seja republicano, nem alinhe em palhaçadas), ofereço, de bom grado, para aqueles que já têm os “cravos” (e muito defendem este rumo da revolução dos cravos), um par de ferraduras a condizer com o seu portentoso e patriótico desígnio.

As ferraduras ofereço eu… os cravos já vocês têm!!!