Estes dias li num blog (http://cleopatramoon.blogs.sapo.pt) onde fui para por acaso, o seguinte:
«Numa sociedade pluralista, multicultural e constitucionalmente agnóstica, não é possível adoptar um conceito de dignidade humana, de origem metafísica, segundo o qual o ser humano tem uma essência espiritual presente desde o momento da concepção.»
Trata-se de um excerto de um acórdão do Supremo Tribunal de Justiça.
Se um miúdo da escola secundária (do 8º ano) dissesse tais coisas, numa redacção cujo tema fosse “ a dignidade humana”, se eu fosse professor de Português, dava-lhe nota 3.
Mas, saído do STJ, tem outro valor e outra dignidade.
Ou os meritíssimos magistrados estavam distraídos, ou então o seu nível cultural está muito em baixo. È que, se eu disser que a sociedade portuguesa é agnóstica, estou a dizer uma incontornável enormidade. Porém se disser “constitucionalmente agnóstica”, por mais voltas que dê ao texto, por mais benemérita que seja a interpretação desta expressão, o que aqui está escrito é que: “a Constituição de República Portuguesa estabelece que é impossível à sociedade portuguesa provar a existência de Deus, dado que esta não tem provas que permitam aferir da sua existencia ou não.”
E, gostaria imenso de ver onde, em que capítulo, artigo, alínea, etc, está plasmando tal preceito legal.
De resto, trata-se de um assunto que nem compete à Constituição de um país estabelecer.
Não terão os meritíssimos decisores confundidos “estado laico” com uma “sociedade agnóstica”?
É que, nem a sociedade portuguesa é laica, nem agnóstica, porque eu sou “sociedade portuguesa” e sou Cristão Católico (por acaso também monárquico e nada apreciador de repúblicas), tal como a maioria dos portugueses
Com acórdãos deste tipo, prevejo o dia quem que me condenem, como membro da sociedade, por não ser agnóstico.
De resto, a sociedade portuguesa é uma sociedade religiosa. O aparelho de estado (e todas as suas instituições), é que é laico. Até nisso, por incrível que pareça, segue um ensinamento de Cristo (que hoje mesmo fazia parte de Evangelho): “ Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus!”
Este excerto da peça jurídica muito mais teria a comentar, mas não vale a pena.
Convém ressalvar, que esta minha observação nada tem a ver com o valor jurídico da decisão tomada, muito menos tem qualquer intenção de desrespeitar a dignidade da justiça. Só que, não acho que STJ seja intocável e incensurável, sobretudo quando há afirmações tão dúbias, confusas e até pouco recomendáveis como esta.
A propósito, esclareça-se o seguinte:
Agnóstico - é aquele que acredita que a existência ou não de Deus, não só não está provada, como não há provas suficientes que permitam concluir da Sua existência ou não, pelo que é impossível confirmar se Deus existe.
Ou seja, um agnóstico é diferente de um ateísta e de um laicista (e até de um anti-religioso!)
sábado, 18 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
A ignorância "maçónico-ateísta"
“Posso testemunhar que, quando se perde o sentido de Deus, se perde também o sentido do homem.” (D. Audrys J. Card. Backis – Fátima, 13/10/2008)
Recentemente, D. Audrys Backis (Arcebispo de Vilnius), na sua homilia do 13 de Outubro, em Fátima, falando num português irrepreensível, disse, com experiência e saber, aquilo que muita gente teima em não ouvir.
Quem se sentiu ferido com as doutas e correctíssimas palavras de D. Audrys Backis foi horda dos ateístas. É que esta chusma, flanqueada por uma organização de cariz mafioso (chamada maçonaria) tenta, por todos os meios, reduzir a cultura europeia a escombros, e o Homem culturalmente civilizado a um simples “bicho-humano” amestrado. Só assim, a sua secular sede (reprimida) de poder, de domínio e de visibilidade teria sucesso.
Aqui ficam alguns excertos da Homilia do Sr. Arcebispo de Vilnuis (Lituânia), transcritos de um excelente Blog “Cantinho da Orações” -http://cantinhodasoracoes.blogspot.com -, cuja visita se recomenda, porque transmite paz de espírito, serenidade e um sentimento de “descanso” que falta a quase todos os Internautas.
«(…)As aparições de Maria aos três pastorinhos na Cova da Iria são uma prova do seu amor materno por Portugal, pela Europa, pelo mundo inteiro.A cada um de nós Deus confiou uma missão, uma vocação à qual devemos dar o nosso sim, empreendendo como Maria o caminho, a peregrinação da fé.(…)Há sempre o perigo de procurar mil desculpas perante as exigências de uma vida autenticamente cristã. Hoje mais do que nunca sente-se a necessidade de um corajoso testemunho cristão para conservar uma fé robusta perante os perigos da indiferença ou da ignorância. É tão importante viver na verdade, não sermos surdos à voz de Deus que ressoa na nossa consciência. (…)Um sim nas nossas relações com os irmãos e as irmãs, para poder estabelecer relações humanas verdadeiras, sinceras, inspiradas na caridade.
Venho da Lituânia, país que, durante mais de cinquenta anos, esteve sob o jugo do comunismo ateu.
Posso testemunhar que, quando se perde o sentido de Deus, se perde também o sentido do homem.
Quando se viveu durante anos num clima de mentira, de medo, de suspeita, de falta de sinceridade, de desconfiança no outro, parece que não mais se pode acreditar na possibilidade de estabelecer uma relação fundada no respeito, na sinceridade, na verdade, da abertura ao outro, do amor cristão. Ouso falar de ferida antropológica, de um obscurecimento da consciência e da poluição da mente. Confio, porém, que se sairá desta letargia, deste nevoeiro e alegro-me por encontrar tantas pessoas, tantos jovens que buscam autenticidade, coerência de vida, que procuram a verdade e querem viver na verdade.
(…)A nossa fé em Deus não se reduz a uma relação privada, íntima com Deus, mas dever permear toda a nossa vida, vida pessoal, vida em família, vida na Igreja, vida na sociedade, procurando o bem comum. O cristão não pode permanecer passivo, indiferente, mas deve empenhar-se na construção de um mundo mais justo e mais fraterno.Penso na nossa Europa, que esquece as suas raízes cristãs, onde se defendem ideias e mesmo ideologias contrárias ao direito natural, que não correspondem certamente ao desígnio do Criador.Se alargamos o nosso olhar ao mundo inteiro, vemos em cada dia imagens de guerra, de terrorismo, crianças que morrem de fome, populações inteiras reduzidas a uma extrema insegurança e miséria, às quais devemos oferecer a nossa solidariedade.
(…)As aparições de Fátima assumem um significado único, profético. Em termos muito concretos, Maria intervém na história do continente europeu, advertindo-nos para os perigos terríveis do comunismo ateu, que semeou tanto mal, ódio, guerras no século passado. No início do século XX, Maria procurou fazer-nos sair do torpor espiritual, anunciando castigos, sofrimentos terríveis para nações inteiras por causa da ideologia ateia, que, rejeitando Deus, pisava também a dignidade do homem, os seus direitos fundamentais e, em particular, a liberdade religiosa. Foi verdadeiramente um século de mártires!
Em Fátima, a Mãe de Deus dirigiu um convite forte à conversão, à penitência, à oração, que podem mudar o curso da história, o destino da Europa e do mundo…»
† Audrys J. Card. BackisArcebispo de Vilnius
Recentemente, D. Audrys Backis (Arcebispo de Vilnius), na sua homilia do 13 de Outubro, em Fátima, falando num português irrepreensível, disse, com experiência e saber, aquilo que muita gente teima em não ouvir.
Quem se sentiu ferido com as doutas e correctíssimas palavras de D. Audrys Backis foi horda dos ateístas. É que esta chusma, flanqueada por uma organização de cariz mafioso (chamada maçonaria) tenta, por todos os meios, reduzir a cultura europeia a escombros, e o Homem culturalmente civilizado a um simples “bicho-humano” amestrado. Só assim, a sua secular sede (reprimida) de poder, de domínio e de visibilidade teria sucesso.
Aqui ficam alguns excertos da Homilia do Sr. Arcebispo de Vilnuis (Lituânia), transcritos de um excelente Blog “Cantinho da Orações” -http://cantinhodasoracoes.blogspot.com -, cuja visita se recomenda, porque transmite paz de espírito, serenidade e um sentimento de “descanso” que falta a quase todos os Internautas.
«(…)As aparições de Maria aos três pastorinhos na Cova da Iria são uma prova do seu amor materno por Portugal, pela Europa, pelo mundo inteiro.A cada um de nós Deus confiou uma missão, uma vocação à qual devemos dar o nosso sim, empreendendo como Maria o caminho, a peregrinação da fé.(…)Há sempre o perigo de procurar mil desculpas perante as exigências de uma vida autenticamente cristã. Hoje mais do que nunca sente-se a necessidade de um corajoso testemunho cristão para conservar uma fé robusta perante os perigos da indiferença ou da ignorância. É tão importante viver na verdade, não sermos surdos à voz de Deus que ressoa na nossa consciência. (…)Um sim nas nossas relações com os irmãos e as irmãs, para poder estabelecer relações humanas verdadeiras, sinceras, inspiradas na caridade.
Venho da Lituânia, país que, durante mais de cinquenta anos, esteve sob o jugo do comunismo ateu.
Posso testemunhar que, quando se perde o sentido de Deus, se perde também o sentido do homem.
Quando se viveu durante anos num clima de mentira, de medo, de suspeita, de falta de sinceridade, de desconfiança no outro, parece que não mais se pode acreditar na possibilidade de estabelecer uma relação fundada no respeito, na sinceridade, na verdade, da abertura ao outro, do amor cristão. Ouso falar de ferida antropológica, de um obscurecimento da consciência e da poluição da mente. Confio, porém, que se sairá desta letargia, deste nevoeiro e alegro-me por encontrar tantas pessoas, tantos jovens que buscam autenticidade, coerência de vida, que procuram a verdade e querem viver na verdade.
(…)A nossa fé em Deus não se reduz a uma relação privada, íntima com Deus, mas dever permear toda a nossa vida, vida pessoal, vida em família, vida na Igreja, vida na sociedade, procurando o bem comum. O cristão não pode permanecer passivo, indiferente, mas deve empenhar-se na construção de um mundo mais justo e mais fraterno.Penso na nossa Europa, que esquece as suas raízes cristãs, onde se defendem ideias e mesmo ideologias contrárias ao direito natural, que não correspondem certamente ao desígnio do Criador.Se alargamos o nosso olhar ao mundo inteiro, vemos em cada dia imagens de guerra, de terrorismo, crianças que morrem de fome, populações inteiras reduzidas a uma extrema insegurança e miséria, às quais devemos oferecer a nossa solidariedade.
(…)As aparições de Fátima assumem um significado único, profético. Em termos muito concretos, Maria intervém na história do continente europeu, advertindo-nos para os perigos terríveis do comunismo ateu, que semeou tanto mal, ódio, guerras no século passado. No início do século XX, Maria procurou fazer-nos sair do torpor espiritual, anunciando castigos, sofrimentos terríveis para nações inteiras por causa da ideologia ateia, que, rejeitando Deus, pisava também a dignidade do homem, os seus direitos fundamentais e, em particular, a liberdade religiosa. Foi verdadeiramente um século de mártires!
Em Fátima, a Mãe de Deus dirigiu um convite forte à conversão, à penitência, à oração, que podem mudar o curso da história, o destino da Europa e do mundo…»
† Audrys J. Card. BackisArcebispo de Vilnius
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Ateus, não!... Palermas armados em ateus!!!
Num daqueles blogs de conversa pouco recomendável, eivados pela falta de decência, pela contracultura e pelo ódio que caracteriza os pobres ateus, lia-se, a propósito das palavras de D. António Marto (Bispo de Leiria e Fátima), a seguinte frase:
«(…) porta-vozes da igreja a meter o bedelho em assuntos para os quais não são chamados»
D. António Marto falava sobre as raízes escandalosas da “crise” financeira, num momento em que o sr. cardeal de Villnius (Lituânia) – D. Audrys Backis, estava em Fátima.
Vê-se que o dito bloguista desconhece o papel da Igreja.
É que, falar do escândalos, da indecência e da verdadeira roubalheira que são salários (e as mordomias) dos gestores (sobretudo dos públicos), bem como do indecoroso comportamento das empresas financeiras, é, precisamente, o papel da Igreja.
Esse é, até, o seu dever e a sua obrigação. Tal facto nada tem de “político”. É, isso sim, um problema social, cultural, moral e ético.
Na verdade, “os padres de aldeia” falam sobre quase tudo, porque tem esse dever moral, social e religioso. De resto, têm a obrigação de se munir dos meios, da informação exacta, séria, actualizada e honesta, por forma a serem os porta-vozes da dignidade, do decoro da honestidade e da rectidão de condutas sociais. Todo o católico que não denuncia tais atropelos à dignidade humana, é um falsário, um charlatão e co-autor (por omissão) de tais actos.
De resto, os membros da Igreja são (e têm obrigação de o ser) os mais atentamente cultos e esclarecidos membros da sociedade, e os únicos com autoridade doutrinal para falar em assuntos de ética, moral, rectidão e justiça social
Vê-se que o dito bloguista desconhece o papel social das instituições da Igreja, tal como nada sabe da Igreja como instituição empregadora (portanto, como fonte de redistribuição de recursos económicos).
Eu sei que, quando se desconhece em absoluto um destes assuntos, é muito fácil partir para o comentário provocador, injusto, infundado e até injurioso.
A Igreja não força ninguém a contribuir com as suas dádivas.
O que eu acho indecente e escandaloso, é que alguém teça comentários, completamente descabidos, sobre os recursos económicos da Igreja. Se o comentador é “contribuinte” líquido, não contribua (para que tais actos não recaiam sobre o seu dinheiro), e portanto não terá razão de queixa; se não é “contribuinte” líquido, nada tem a ver com a forma como alguém gasta aquilo que lhe não pertence. Tais comentários denunciam a mais baixa e infame inveja, a que se junta um esquálido e repugnante ódio.
Se a Igreja peca em alguma coisa, é no facto de ser pouco “interventiva” e denunciante das injustiças sociais.
Os membros da Igreja têm que ser mais incómodos, mais incisivos, mais precisos e actuantes, na denúncia e na alerta das consciências (infelizmente adormecidas) de uma sociedade demasiado conformista e pacata, frente a tantas desigualdades, tantas injustiças e tanta regressão social, civilizacional e cultural.
Todos os dias vemos um dilúvio de disparates, de palermices, de baboseiras (nos actos e nas palavras), que geram uma onda de peçonhento retrocesso ao nível dos valores, das práticas sociais, culturais e da justiça e sanidade civilizacional.
Bem-haja, D. António Marto!
«(…) porta-vozes da igreja a meter o bedelho em assuntos para os quais não são chamados»
D. António Marto falava sobre as raízes escandalosas da “crise” financeira, num momento em que o sr. cardeal de Villnius (Lituânia) – D. Audrys Backis, estava em Fátima.
Vê-se que o dito bloguista desconhece o papel da Igreja.
É que, falar do escândalos, da indecência e da verdadeira roubalheira que são salários (e as mordomias) dos gestores (sobretudo dos públicos), bem como do indecoroso comportamento das empresas financeiras, é, precisamente, o papel da Igreja.
Esse é, até, o seu dever e a sua obrigação. Tal facto nada tem de “político”. É, isso sim, um problema social, cultural, moral e ético.
Na verdade, “os padres de aldeia” falam sobre quase tudo, porque tem esse dever moral, social e religioso. De resto, têm a obrigação de se munir dos meios, da informação exacta, séria, actualizada e honesta, por forma a serem os porta-vozes da dignidade, do decoro da honestidade e da rectidão de condutas sociais. Todo o católico que não denuncia tais atropelos à dignidade humana, é um falsário, um charlatão e co-autor (por omissão) de tais actos.
De resto, os membros da Igreja são (e têm obrigação de o ser) os mais atentamente cultos e esclarecidos membros da sociedade, e os únicos com autoridade doutrinal para falar em assuntos de ética, moral, rectidão e justiça social
Vê-se que o dito bloguista desconhece o papel social das instituições da Igreja, tal como nada sabe da Igreja como instituição empregadora (portanto, como fonte de redistribuição de recursos económicos).
Eu sei que, quando se desconhece em absoluto um destes assuntos, é muito fácil partir para o comentário provocador, injusto, infundado e até injurioso.
A Igreja não força ninguém a contribuir com as suas dádivas.
O que eu acho indecente e escandaloso, é que alguém teça comentários, completamente descabidos, sobre os recursos económicos da Igreja. Se o comentador é “contribuinte” líquido, não contribua (para que tais actos não recaiam sobre o seu dinheiro), e portanto não terá razão de queixa; se não é “contribuinte” líquido, nada tem a ver com a forma como alguém gasta aquilo que lhe não pertence. Tais comentários denunciam a mais baixa e infame inveja, a que se junta um esquálido e repugnante ódio.
Se a Igreja peca em alguma coisa, é no facto de ser pouco “interventiva” e denunciante das injustiças sociais.
Os membros da Igreja têm que ser mais incómodos, mais incisivos, mais precisos e actuantes, na denúncia e na alerta das consciências (infelizmente adormecidas) de uma sociedade demasiado conformista e pacata, frente a tantas desigualdades, tantas injustiças e tanta regressão social, civilizacional e cultural.
Todos os dias vemos um dilúvio de disparates, de palermices, de baboseiras (nos actos e nas palavras), que geram uma onda de peçonhento retrocesso ao nível dos valores, das práticas sociais, culturais e da justiça e sanidade civilizacional.
Bem-haja, D. António Marto!
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Um casal de dois machos!!!!
Não acho este tema digno de ser debatido na assembleia da república, por gente que eu pago.
É claro que a estupidez se apoderou do governo, o que toda a gente já sabia, dada a falta de formação técnica e científica, de carácter, de civilidade, de cultura e de conhecimento da validade das práticas sociais… em resumo: um verdadeiro lixo a mandar!
Nada tenho contra ou a favor dos fulanos que têm uma deficiência mental aguda e não se querem tratar. Nada tenho, portanto, contra os paneleiros, desde que as suas práticas não saiam da esfera particular… tal como nada tenho contra os todas as práticas, sejam de que tipo forem (da bruxaria à politica), desde que se exercem na esfera privada – cada qual sabe da sua vida!
Mas, uma coisa totalmente diferente, é a ideia badalhoca, depravada, estúpida e indecente, que atesta a falta de cultura social, de civilização e até de democracia, que reside no facto de fazer de uma minoria de depravadas aberrações indecentes, uma sinopse dos direitos da sociedade organizada em que vivemos – o que é diferente tem que ter tratamento diferente.
Só faltava agora, chamar-me casamento, ao “emparelhamento” de dois panelerios!
Já agora, porque não ao “emparelhamento” de um humano e de um animal de qualquer espécie? Ou de vários humanos? Ou de um adulto e de uma criança? Ou de dois animais irracionais? Ou ainda de um animal e de uma planta? – para mim, tudo isto são aberrações, totalmente iguais!!!!
Como passamos por estas fases de estupidez, mais ou menos em ciclos de um século, está na altura dos indecentes facínoras adeptos da república, fantoches na mão de uma máfia chamada maçonaria, cuspirem a sua estupidez peregrina.
Que tais palermices saíssem da mente aparvalhada da canada de JS, até percebo; mas, se estas aberrações têm eco entre os membros da seita satânica do PS (como por aí lhe chamam), ficam-me no ar reservas às acusações a Pedrosos, Ferros e afins, inocentados pela justiça.
Já o Zé Povo, apesar de hipnotizados pela banha da cobra dos mafiosos da política, ou opta pela mudança, ou dá a mais segura prova de regresso à estupidez da floresta original.
É que, nós já passamos a civilização Egípcia e Grega!
É que, nós já passamos a civilização Egípcia e Grega!
Nós vivemos numa sociedade que tem que ser organizada em função de valores; não vivemos num jardim zoológico gigante, povoado de bichos-homens, algures na selva bravia.
O que é certo, natural e civilizacionalmente aceitável, não pode ceder lugar á “javardice” indecente ,que pretende tornar regra a tara de meia dúzia de deficientes com graves problemas mentais, e que recusando tratamento, pretendem dar largas e institucionalizar as suas taras.
O casamento é algo está subjacente à prática civilizacional instituída, não é uma simples brincadeira.
Se os paneleiros querem unir-se, usem outro termo e outras regras... Casamento é que não.
Ou vai agora alguma lesma indecente querer comparar as pessoas sérias a um desses palhaços que primam pela estupidez das suas “paradas”... só show, mais nada!?
Eu quero uma lei que me proteja e diferencie da estupidez e da palhaçada!
É que ainda há gente séria!!!
Já não peço aos políticos que sejam sérios… só quero que sejam gente!!!
É que ainda há gente séria!!!
Já não peço aos políticos que sejam sérios… só quero que sejam gente!!!
segunda-feira, 16 de junho de 2008
REVIVENDO
Há muitos anos escrevi:
(encontrei isto no meio de um caderno do meu 8º ano!)
Àquela estrela solitária
Que em frente da minha janela mora
Pergunto por ti,
Quando te sonho, noite fora…
Ela sorri!
E, fechando os olhos,
Diz:”dorme! dorme!”
Sim!
Da minha janela eu vejo
Uma estrela cintilante,
A quem, às vezes conto
Os meus queixumes de amante:
“Sabes!?
O meu maior desejo
É que me leves um beijo
Àquela em que penso agora!”
A estrela
Pisca os olhos e diz, enquanto sorri:
“Manda-te outra para ti …
E agora dorme, dorme
Sonha e dorme…
Enquanto ela pensa em ti!...”
(encontrei isto no meio de um caderno do meu 8º ano!)
Àquela estrela solitária
Que em frente da minha janela mora
Pergunto por ti,
Quando te sonho, noite fora…
Ela sorri!
E, fechando os olhos,
Diz:”dorme! dorme!”
Sim!
Da minha janela eu vejo
Uma estrela cintilante,
A quem, às vezes conto
Os meus queixumes de amante:
“Sabes!?
O meu maior desejo
É que me leves um beijo
Àquela em que penso agora!”
A estrela
Pisca os olhos e diz, enquanto sorri:
“Manda-te outra para ti …
E agora dorme, dorme
Sonha e dorme…
Enquanto ela pensa em ti!...”
Na verdade é necessário fazer "Reformas!"
Factura de obras do Bom Jesus de Braga, emitida em 1853:
- Por corrigir os 10 mandamentos, embelezar o Sumo-sacerdote e mudar-lhe as fitas -170 reis;
- Um galo novo para S. Pedro e pintar-lhe as suíças – 160 reis;
- Tirar nódoas ao filho de Tobias – 95 reis;
- Uns brincos novos para a filha de Abraão – 245 reis;
- Avivar as chamas do inferno, pôr um rabo ao diabo e fazer vários consertos aos condenados – 245 reis;
- Renovar o céu, avivar as estrelas e lavar a lua – 130 reis;
- Compor o fato e a cabeleira de Heródes – 55 reis;
- Retocar o purgatório e pôr-lhe almas novas - 355 reis;
- Meter uma pedra na funda de David, engrossar a cabeleira de Saúl e alargar as pernas de Tobias – 95 reis;
- Adornar a arca de Noé, compor a barriga do filho pródigo e limpar a orelha esquerda de S. Tinoco – 135 reis;
- Umas botas novas para S. Miguel e limpar-lhe a espada – 255 reis;
- Limpar a unhas e pôr cornos novos no diabo – 185 reis
---------------------------------------------------------Total 2095 reis.
E se fosse hoje!?
Seria necessário:
Reformar os 10 mandamentos à vontade do povo;
Um telemóvel 3G para S. Pedro;
Roupa de Marca para o filho de Tobias
Piercings para a filha de Abraão,;
Energias alternativas para alimentar o inferno, uma tatuagem para o diabo e reformar o estatuto dos condenados;
…
E por aí fora!
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Vou passar a andar de fato e gravata!
Tomei a decisão esta semana e já passei à prática!
Meti-me no meu veículo de competição, e fui à MacModa. Escolhi um modelo clássico.
Ainda não comecei a usar, porque tive que desembolsar mais 6 euros para ajuste à dimensão do “eu” – quero dizer, do novo “eu”!
Bem, passo a explicar porque quero usar fato e gravata!
Cada vez que vejo um fulano de fato e grava, concluo que é aldrabão: ou é vendedor, ou advogado, ou político!
Todos eles aldrabões… já se vê!
O Vendedor, camuflado na indumentária (sim, aquilo é uma farda de serviço… é obrigatória e tudo!), lá tenta pintar o seu produto com o maior milagre do mercado – aldrabe o quiser, mas, sobretudo, venda o seu produto.
O Advogado, pobre mentiroso, nem ele acredita ou confia naqueles que defende. Arreado com fato a preceito (segundo os cânones, e por dever à decência – ou seja, para melhor mentir!), qualquer causídico toma um ar convincente (mas, acho que só convence os outros, nunca se convence a si próprio!). A grande maioria usa um fato modelo clássico – por isso optei também por um desses modelos: não só porque também um dia bati à porta da Faculdade de Direito, mas também porque respeito aqueles que defendem tudo, mesmo aqueles que querem ver condenados. Não é por nada, mas fazem-me lembrar um amigo meu, caçador, que não se cansa de repetir: “sou caçador porque adoro e respeito os animais!” (Esta, eu nunca tinha pensado, palavra d’honra!)
No que respeita ao terceiro da lista – o político -, não são necessárias apresentações. Toda a gente sabe que reúne os dotes dos dois anteriores: são vendedores de “banha da cobra”, comerciantes de verdades contrafeitas (ou mentiras tão bem fabricadas que até parecem verdades!), defensores acérrimos da aldrabice, da podridão, da mentira. São excelentes a advogar (apadrinhar e proteger) a falta de carácter, de honra, de “palavra”, de sensibilidade, de bom-senso, de justiça… (etc!) , tudo em nome de um valor supremo: o tacho!
Não há, hoje, um único que seja sério, honesto e justo, mas se alguém, porventura, conseguir provar que eu estou enganado, traga-me o único espécime “homo politicus veridicus” para eu ajudar no processo de canonização – como católico, apostólico e romano, vou a pé Roma e passo a vida de joelhos a implorar a canonização do dito cujo!
Perguntará o leitor: afinal tu vais andar de fato, para parecer qual deles?
Nenhum, caro leitor! Nenhum!
De futuro vou parecer um professor do ensino básico e secundário.
É que estes profissionais, gente séria, talentosa, honrada, culta e trabalhadora, de futuro, ou esquecem os seus princípios e passam a mentir e aldrabar como os políticos, a fazer de conta e vender ilusões, a defender aquilo em que não acreditam, a mostrar um sorriso hipócrita enquanto fazem o contrário daquilo que pensam, inventado verdades, fabricando avaliações “justas”, notas à medida da vontade política… etc, etc… ou então não têm futuro!
Professor que se preze deve usar a farda dos aldrabões, dos falsários, dos mentirosos e seus defensores - fato e gravata!
(Bem, fica pela recomendação, se não passar a obrigatório por portaria!)
P.S.: Nos últimos tempos alguns gatunos passaram também a usar fato e gravata. Fica aqui o aviso: esses não são profs.
Meti-me no meu veículo de competição, e fui à MacModa. Escolhi um modelo clássico.
Ainda não comecei a usar, porque tive que desembolsar mais 6 euros para ajuste à dimensão do “eu” – quero dizer, do novo “eu”!
Bem, passo a explicar porque quero usar fato e gravata!
Cada vez que vejo um fulano de fato e grava, concluo que é aldrabão: ou é vendedor, ou advogado, ou político!
Todos eles aldrabões… já se vê!
O Vendedor, camuflado na indumentária (sim, aquilo é uma farda de serviço… é obrigatória e tudo!), lá tenta pintar o seu produto com o maior milagre do mercado – aldrabe o quiser, mas, sobretudo, venda o seu produto.
O Advogado, pobre mentiroso, nem ele acredita ou confia naqueles que defende. Arreado com fato a preceito (segundo os cânones, e por dever à decência – ou seja, para melhor mentir!), qualquer causídico toma um ar convincente (mas, acho que só convence os outros, nunca se convence a si próprio!). A grande maioria usa um fato modelo clássico – por isso optei também por um desses modelos: não só porque também um dia bati à porta da Faculdade de Direito, mas também porque respeito aqueles que defendem tudo, mesmo aqueles que querem ver condenados. Não é por nada, mas fazem-me lembrar um amigo meu, caçador, que não se cansa de repetir: “sou caçador porque adoro e respeito os animais!” (Esta, eu nunca tinha pensado, palavra d’honra!)
No que respeita ao terceiro da lista – o político -, não são necessárias apresentações. Toda a gente sabe que reúne os dotes dos dois anteriores: são vendedores de “banha da cobra”, comerciantes de verdades contrafeitas (ou mentiras tão bem fabricadas que até parecem verdades!), defensores acérrimos da aldrabice, da podridão, da mentira. São excelentes a advogar (apadrinhar e proteger) a falta de carácter, de honra, de “palavra”, de sensibilidade, de bom-senso, de justiça… (etc!) , tudo em nome de um valor supremo: o tacho!
Não há, hoje, um único que seja sério, honesto e justo, mas se alguém, porventura, conseguir provar que eu estou enganado, traga-me o único espécime “homo politicus veridicus” para eu ajudar no processo de canonização – como católico, apostólico e romano, vou a pé Roma e passo a vida de joelhos a implorar a canonização do dito cujo!
Perguntará o leitor: afinal tu vais andar de fato, para parecer qual deles?
Nenhum, caro leitor! Nenhum!
De futuro vou parecer um professor do ensino básico e secundário.
É que estes profissionais, gente séria, talentosa, honrada, culta e trabalhadora, de futuro, ou esquecem os seus princípios e passam a mentir e aldrabar como os políticos, a fazer de conta e vender ilusões, a defender aquilo em que não acreditam, a mostrar um sorriso hipócrita enquanto fazem o contrário daquilo que pensam, inventado verdades, fabricando avaliações “justas”, notas à medida da vontade política… etc, etc… ou então não têm futuro!
Professor que se preze deve usar a farda dos aldrabões, dos falsários, dos mentirosos e seus defensores - fato e gravata!
(Bem, fica pela recomendação, se não passar a obrigatório por portaria!)
P.S.: Nos últimos tempos alguns gatunos passaram também a usar fato e gravata. Fica aqui o aviso: esses não são profs.
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